Os comerciantes estão com expectativas positivas para as vendas de Natal deste ano, segundo a pesquisa feita pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), as vendas no período natalino deve ter um aumento de 3,62% em relação ao ano passado. O comércio também está animado em relação ao aumento do tíquete médio em relação ao ano de 2018, ainda que a média de quatro presentes por consumidor continua a mesma.

A pesquisa feita pela Abrasce, a Associação Brasileira de Shopping Centers, mostra que o crescimento das vendas nos shoppings centers deve ter um crescimento de 10%. Para atender os clientes as lojas apostam em horários especiais, promoções e decorações encantadoras.

Os consumidores listaram como preferências de presentes roupas e calçados, quase 85% dos entrevistados vão presentear com artigos de vestuário. Em seguida, vêm os brinquedos (42,3%) e joias e bijuterias (7,4%). A maioria dos presentes será comprada em lojas de ruas, 20% em shoppings e apenas 12% pretendem fazer as compraras pela internet.

O funcionamento do comércio

Para atender a demanda de vendas, tanto as lojas de rua quanto as lojas dos shoppings aderiram horários especiais, estendendo o horário de funcionamento. Além disso, as lojas estão dando aos consumidores prazos de parcelamentos maiores, permitindo que o consumidor pague parcelas menores e não sinta as despesas pesando no bolso. Além disso, houve um investimento maior na segurança e na iluminação dos locais que receberão maior fluxo de pessoas nesse período.

Campanhas e promoções também estão sendo usadas para atrair o cliente e fazer com que o dinheiro injetado na economia feita pelo governo federal, ao disponibilizar bilhões de reais do FGTS e do PIS/Pasep.

É preciso ter cautela

Por mais que as expectativas sejam as melhores, a situação econômica do país ainda não é uma das melhores.

As reformas devem prosseguir para aumentar a eficiência e assim levar o comércio a ter a melhora desejada. A taxa de desempregados ainda é grande, acompanhada do aumento da informalidade. Segundo o IBGE, 41,3% dos ocupados são trabalhadores informais.

A expectativa no aumento das vendas também reflete na contratação dos funcionários temporários.

A estimativa é que sejam contratados cerca de 90 mil trabalhadores temporários neste final de ano para atender ao aumento sazonal das vendas. A indústria também não fica de fora, prevendo uma sutil melhora durante o segundo semestre do ano.

Vale ressaltar que a economia brasileira está em expansão, não é possível saber a intensidade da retomada, se vai prosseguir ou estagnar. Por isso é necessário um consumo consciente, sempre pensando no dia de amanhã.

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