Após a repercussão envolvendo o ex-participante do "BBB20" Felipe Prior ir à tona, a comissão organizadora do InterFAU decidiu ir à público na tarde desta sexta-feira (3) para manifestar sobre todo o ocorrido. Em nota, a comissão confirmou pela primeira vez que Felipe Antoniazzi Prior realmente havia sido banido em outubro de 2018, não podendo comparecer a qualquer tipo de evento promovido por eles.

A InterFAU se manifestou após a revista Marie Claire realizar uma denúncia contra o ex-confinado, colocando público duas acusações de abuso do rapaz e uma tentativa.

A comitiva dos jogos universitários esclareceu o fato por meio de suas redes sociais, ressaltando que o arquiteto havia sido expulso para “garantir a segurança e o bem-estar de todos do evento”.

No esclarecimento, ainda foi exposto que Prior foi acusado de cometer assédios por diversas vezes, tendo até mesmo uma queixa de crime sexual realizada contra o mesmo.

O InterFAU decidiu se pronunciar após a enorme repercussão que a reportagem Marie Claire obteve na manhã desta sexta-feira (3), mostrando os relatos das jovens que supostamente foram vítimas do paulista.

Felipe Prior foi o último eliminado de 20º edição do "Big Brother Brasil" nesta terça-feira (31), ao protagonizar um paredão histórico na emissora Globo, com mais de 1,5 bilhão de votos. Na ocasião, Felipe Prior disputou a estadia dentro da casa com a cantora Manu Gavassi e ex-panicat Mari Gonzalez. Para a infelicidade do arquiteto, ele saiu da casa com 56,73% dos votos do público.

Felipe Prior é acusado de violentar mulheres

Na manhã desta sexta-feira (3), uma bomba caiu conta Felipe Prior, ex-participante do "Big Brother Brasil 20", realizado na TV Globo. Tudo ocorreu após uma matéria da revista Marie Claire, relatando denúncias de duas mulheres que afirmam ter sido violadas e uma outra Mulher, que acusa o rapaz de ter tentado abusá-la.

A revista obteve acesso aos documentos da denúncia que comprovavam o relato das jovens, que pediram para ter a identidade preservada. A assessoria do arquiteto, quando procurada, decidiu negar as denúncias que foram feitas para o mesmo.

De acordo com a revista, o primeiro caso ocorreu em agosto de 2014, quando estava acontecendo o InterFAU. De acordo com a mulher, Prior ofereceu carona quando estava embriagado e, durante o percurso, realizou abusos no banco de trás de seu carro.

No ano de 2016, Felipe Prior havia tentado violentar outra menina, persuadindo a mesma para entrar em sua barraca e, por não haver preservativo, a moça havia negado na ocasião. No entanto, diante da negativa, Felipe Prior tentou forçar a relação.

O segundo caso de abuso, de acordo com as informações, ocorreu no ano de 2018, na cidade de Itapetininga. A vítima afirma que o arquiteto a chamou para entrar em sua barraca, tendo relações íntimas de maneira violenta e agressiva.

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