Após alegar falta de provas, a Justiça de Santa Catarina decidiu absolver o empresário André de Camargo Aranha, 43, suspeito de violentar a jovem Mariana Ferrer, 21 anos, em um boate situada na cidade de Jurerê, em Santa Catarina. Segundo informações, o crime teria ocorrido em 2018, época em que a influenciadora digital alegou ter sido abusada sexualmente por Aranha. A sentença da Justiça foi publicada nesta última quarta-feira (9).

Defesa do acusado diz que decisão da Justiça prevaleceu

Durante o julgamento, o juiz Rudson Marcos, da 3.ª Vara Criminal de Florianópolis, acabou acatando a alegação da defesa do empresário e entendeu que pela ausência de provas pode-se provar inocência do acusado no crime de abuso.

Após decisão, MP também se manifestou pela absolvição

O Ministério Público de Santa Catarina alega que as provas apresentadas pela defesa do réu são conflitantes entre si. Em nota, o promotor responsável pela acusação acredita que nesse caso a Justiça aderiu o fato de absolver um acusado sem provas do que condenar um inocente. Após a decisão judicial, o juiz responsável pelo caso rebateu as críticas citando a lei 386, VII, do Código de Processo Penal, alegando que em caso de falta de provas ou dúvidas o réu pode ser inocentado.

Defesa de Mari alega que provas apresentadas foram alteradas

A defesa da vítima alega que durante o mês de agosto a defesa do empresário teria manipulado imagens entre outras provas para anexar ao processo.

O advogado de defesa de Ferrer explica que as provas da defesa do réu foram manipuladas de forma sórdida e ardilosa e protocoladas nos autos com o intuito de demonstrar que a relação foi consensual entre a vítima e o acusado.

Após o ocorrido, Ferrer alega que teve sua conta do Instagram bloqueada por conta do processo na Justiça.

Após várias tentativas ela ainda tenta recuperar o acesso ao seu perfil no Instagram. Por outro lado, o empresário, acusado de praticar o crime de abuso segue usando suas contas nas redes sociais. Em seu perfil no Instagram, Aranha aparece acompanhado com o jogador Gabriel Jesus. A defesa da vítima agora espera obter na Justiça o pedido de apelação com o intuito de conseguir a invalidação da sentença.

Relembre o caso

Em maio do ano passado, a influenciadora digital Mari Ferrer, 21 anos, postou em suas redes sociais ter sido dopada e abusada em um beach club, em Jurerê (SC). Em nota a mulher publicou a seguinte mensagem: “Não é nada fácil ter que vir aqui relatar isso. Minha virgindade foi roubada de mim junto com meus sonhos. Fui dopada e abusada por um estranho em um beach club dito seguro e bem-conceituado da cidade”.

Após a acusação, o empresário André de Camargo Aranha foi indiciado pela Polícia pelo crime de abuso de vulnerável, na época a vítima ainda compareceu no Instituto Médico Legal (IML), mais tarde os exames comprovaram que houve relação carnal entre o acusado e a denunciante.

Por outro lado, o réu alega nunca ter mantido contato físico com Ferrer.

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