Morreu no domingo (8), aos 73 anos, a famosa cantora Vanusa por insuficiência respiratória. No dia anterior ao seu falecimento, ela recebeu a visita de sua filha mais velha Amanda, e também era mãe de Aretha e Rafael.

Os funcionários da casa de repouso em Santos (SP), onde a artista morava há dois anos, relataram que Vanusa passou um dia alegre ao lado da filha.

Além de relatar a triste notícia de uma das artistas mais conhecidas do Brasil, o site G1 também contou um pouco da trajetória de sucesso dela, que fez parte de um dos movimentos mais importantes dentro do cenário musical brasileiro: a Jovem Guarda.

Além disso, ela também fez sucesso com músicas românticas na década de 1970 de grandes artistas como Belchior, Fagner e outros.

Vanusa

Seu nome era Vanusa Santos Flores, e nasceu em 22 de setembro de 1947 na cidade de Cruzeiro (SP), apesra de ter sido criada em Uberaba (MG).

Foram mais de 20 álbuns gravados e mais de 3 milhões de discos vendidos em sua carreira, sendo mais conhecida pelas canções mais populares do pela MPB mais tradicional. Vanusa também teve trabalhos nos gêneros rock, funk norte-americano e samba.

Precoce

Com apenas 16 anos, ela já cantava no grupo Golden Lions. Em 1966 ela se destacou com a música "Pra nunca mais chorar" e passou a fazer apresentações na TV Excelsior.

Jovem Guarda

Neste mesmo período, Vanusa se apresentou nas últimas edições do icônico programa "Jovem Guarda", e logo em seguida foi trabalhar no humorístico "Adoráveis Trapalhões", com Renato Aragão.

Ainda na década de 1970, a artista emplacou vários sucessos compostos com Mário Campanha, seu parceiro mais frequente. A dupla compôs "Manhãs de setembro", um sucesso na carreirra de Vanusa.

Outros grandes destaques de sua carreira foram "Sonhos de um palhaço", composição de Antonio Marcos e Sérgio Sá, e "Paralelas", de Belchior.

Em 1972 Vanusa casou-se com Antonio Marcos, e o cantor que foi responsável por outras músicas que alavancaram a carreira da paulista como "Coração americano", escrita em parceria com Fagner.

A música faz parte de um dos LPs mais aclamados de Vanusa, intitulado "Amigos novos e antigos", de 1975.

Dois anos depois ela gravou com o cantor Ronnie Von o disco "Cinderela 77", trilha sonora da novela homônima da TV Tupi.

Nas décadas que vieram, ela continuou gravando discos e participou de festivais de música dentro e fora do Brasil.

Ela contou sua história na autobiografia "Ninguém é Mulher impunemente" e também no monólogo musical "Ninguém é loura por acaso", que esteve em cartaz nos teatros de São Paulo em 1999.

Em 2005, vanusa participou de eventos comemorativos dos 40 anos da Jovem Guarda.

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