Desde 2009, o desenvolvimento das criptomoedas cresce de forma independente de todo e qualquer governo. A forma mais pura de libertar o próprio comércio das garras parasitas dos governos foi na era digital, pela moeda virtual chamada #Bitcoin.

Na sua origem livre de taxações públicas, foge da anarquia por participação coletiva a garantir valorização ou o contrário no capitalismo, quando sua unidade balança seu valor conforme oferta e demanda. Deu certo.

Aos leigos, esta moeda é a virtual mais conhecida, porém cresce cada vez mais sua concorrência, como Aeon, Litecoin e Ethereum. Porém, a implementação desta em novos países, quando se abrem as portas a todas as concorrentes, difunde e aumenta seus valores.

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Como exemplo, o Senegal também usa agora sua moeda nacional virtual, a e-CFA, pela mesma tecnologia da bitcoin, a blockchain. Com a distinção de que terá o mesmo valor do dinheiro em papel, esta paridade será usada no #Mundo físico. A grande vantagem que permite transparência e segurança nas transações financeiras só é possível graças a um acordo entre o Banco Regional de Marchés (BRM) e a startup eCurrency Mint Limited. A substituição da moeda é exclusiva ao Banco Central senegalês, conforme aprovação pelas regras de moeda eletrônica do Banco Central da União Econômica e Monetária da África Ocidental (UEMOA). Outros países africanos que já flertam com esta tecnologia são Costa do Marfim, Benim, Burkina Faso, Mali, Níger, Togo e Guiné-Bissau, sem prazo para isso se concretizar.

A própria Blasting News já divulgou no exterior, dias 21 a 24 de novembro deste ano, que a Alemanha já discutiu isso em evento organizado pelo Banco Central Alemão em colaboração com a Escola de Negócios e Finanças de Frankfurt por workshops, palestras e facilitações de líderes dos bancos centrais europeus, instituições financeiras, parlamentares, administradores industriais e acadêmicos.

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Apesar do receio desta troca em uso extensivo pelos alemães, já são estudadas oportunidades e desafios de utilizar esta nova tecnologia deepweb como uma das moedas correntes, no Centro de Conferências Bundesbank em Eltville, no Rio Rhine.

Já a Suécia olha esta tecnologia com mais empenho diante de algumas restrições locais. Assim como países africanos que abraçam esta nova tecnologia com mais agilidade, o equivalente Banco Central sueco, o Riksbank, estuda com muita seriedade implantar o "ekrona" como dinheiro eletrônico a caminhar inspirado no Bitcoin, conforme defende Cecilia Skingsley, a vice-presidente do Riksbank.

Outro país que já substituiu a sua moeda por uma digital é a Tunísia, por uma chamada eDinar e outra versão que utiliza a tecnologia blockchain.

Bitcoin no Brasil

Assim como na crise da bolsa de 29 só impactou o Brasil dois anos depois, a maioria das empresas modernas demora a abraçar inovações no mundo. A criptomoeda como forma de pagamento ainda samba em passos tímidos, como no site estrangeiro de vendas de jogos Steam, desde abril de 2016, e também a Valve, somente após diversos usuários de países como Índia e China ingressarem na plataforma e terem tremendo receio ao uso de cartões de crédito.

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Especificamente nas terras tupiniquins, o destaque vai para uma startup chamada BitcoinToYou, que criou caixas eletrônicos para reversão imediata de depósitos em dinheiro para créditos de moeda virtual. Esta corretora brasileira de moedas virtuais com tecnologia totalmente nacional tem sede em Betim (MG) e tem perspectivas de chegar a São Paulo e Brasília. #Economia