O acesso a uma imensa variedade de notícias em tempo real nunca foi tão fácil como nos dias contemporâneos, especialmente, depois da existência da Internet e da plataforma social YouTube, onde profissionais de diversos ramos expõem seus conhecimentos científicos, através de seus vídeos aos usuários.

Médicos brasileiros têm utilizado tal rede social, como ferramenta de divulgação do seu ofício, para esclarecer dúvidas médicas orientar sobre tratamentos de saúde, no entanto o Conselho Federal de Medicina, apesar de autorizar a transmissão das dicas de saúde e bem-estar e dos dados sobre doenças, adverte que deve haver limites que não transgridam o código ético profissional.

Um dos pioneiros nessa atividade de explicitar de forma clara e simples ao grande público, os complexos assuntos médicos, outrora, exclusivos dos livros, artigos e trabalhos científicos do mundo acadêmico, foi o médico cardiologista e nutrólogo brasileiro, Lair Ribeiro, que através do YouTube, desmitificou vários dogmas e mitos, sobre a relação entre a alimentação e enfermidades.

Um campeão de acessos no Youtube é o cirurgião vascular e médico ortomolecular, Dayan Siebra, que ensina, de forma despojada e irreverente a importância dos alimentos para a manutenção de uma vida saudável.

O ginecologista Bruno Jacob viralizou seus vídeos sobre a saúde e higiene da genitália feminina, com dicas simples, sem termos e jargões complicados, atingindo um imenso número de espectadoras jovens.

Não é permitido expor teses ou procedimentos médicos, ainda não comprovados cientificamente; vídeos, nem fotos, mostrando pacientes, antes e depois de cirurgias e tratamentos médicos, evitando a auto-promoção do profissional de Medicina e os direitos de personalidade e de imagem do paciente; não é liberado consultar, fornecer diagnósticos, prognósticos, prescrever receitas de medicamentos, indicar centros médicos privados, ou seja realizar uma mercantilização desenfreada e sensacionalista da Medicina no Youtube, visando exclusivamente ao lucro.

A novidade da informação ampla, acessível aos usuários brasileiros faz com que o paciente ao procurar um especialista tenha uma noção mínima sobre seu estado físico e como funciona o corpo humano, porém é importante ressaltar que nada substitui a consulta presencial no consultório médico para averiguar qual o verdadeiro problema médico que a pessoa está acometida.

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