Compadre Washington, vocalista do grupo É o Tchan, não guardará boas recordações de sua participação na edição 2019 da Virada Cultural, em São Paulo. Logo após se apresentar, o cantor sofreu um assalto e precisou ser atendido em um hospital por conta de ferimentos na cabeça.

A assessoria de imprensa do artista informou, por meio de nota, que o cantor, logo após fazer sua apresentação, estava em uma lanchonete na rua Consolação, próximo ao hotel onde está hospedado, quando sofreu um assalto.

De acordo com a produção que trabalha com o cantor, ele teve seu aparelho celular roubado, e, na ação dos bandidos, sofreu uma queda, o que lhe provocou ferimentos na cabeça. Ele foi levado para o Hospital das Clínicas e passa bem, mas não tem previsão de alta.

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo também se pronunciou sobre o ocorrido. De acordo com o órgão, Compadre Washington levou uma rasteira de um dos assaltantes, e, no tumulto, os bandidos levaram seu aparelho celular.

Um boletim de ocorrência foi registrado. O grupo baiano fez duas apresentações na Virada Cultural, neste domingo (19), sendo uma delas em M’Boi Mirim, na zona sul, e outro no Arouche, na região central da cidade.

Italiano esfaqueado após show da Preta Gil

Também neste domingo (19), um italiano foi esfaqueado após um show da cantora Preta Gil na Virada Cultural de São Paulo. De acordo com informações passadas por testemunhas, Alessandro Ducci, de 28 anos, foi assediado por dois travestis.

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Polícia Música

Com a recusa das investidas, ele passou a ser agredido pela dupla, que ainda contou com a ajuda de outros dois homens. O turista teve ainda seu aparelho celular roubado.

De acordo com informações passadas pela Polícia Militar, o italiano foi atingido na barriga e ainda teve o intestino perfurado, tendo que passar por cirurgia. Ele prestou depoimento e disse que os travestis queriam roubar sua carteira e seu aparelho celular.

Quatro pessoas apontadas como sendo as agressoras foram presas. Elas ainda trocaram de roupa na tentativa de despistar os policiais.

Alessandro, que trabalha no Brasil, concedeu entrevista à Rede Globo, onde deu maiores detalhes sobre as agressões. De acordo com ele, as travestis queriam pegar sua carteira, e, como ele não deixou, elas começaram a agredi-lo. “Assim que você vai lembrar como é o Brasil”, teria dito uma das assaltantes.

De acordo com a Prefeitura de São Paulo, dentre as ocorrências registradas pela Polícia durante da Virada Cultural, além do esfaqueamento, também foram registrados um abandono de criança, 12 pessoas levadas ao hospital, além de 10 toneladas de lixo deixadas no chão. Ao todo, 43 pessoas foram presas e sete celulares roubados foram recuperados.

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