A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (23) quatro suspeitos de envolvimento na invasão do celular do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Os suspeitos se encontravam São Paulo, Araraquara (SP) e Ribeirão Preto (SP). A Operação Spoofing, como foi batizada, apreendeu computadores e celulares dos suspeitos.

Segundo o advogado contratado pela família de um dos presos, os mandados de busca e apreensão visavam buscar provas da invasão das contas do aplicativo Telegram ligada a Sergio Moro, ao procurador Deltan Dallagnol, o presidente Jair Bolsonaro, entre outros representantes da Justiça e da política brasileira.

De acordo com a Polícia Federal, os quatro detidos agiram em conjunto para roubar informações do celular do ministro. Segundo informações de um dos presos, a intenção do suposto hacker Walter Delgatti Neto, também detido, era vender as informações ao PT.

Em nota divulgada nesta quarta-feira (24), o PT afirmou que o inquérito que apura a invasão do celular de Moro se tornou uma "armação" contra o partido.

Clonagem do celular do ministro Moro

Há pouco mais de um mês, o celular de Sergio Moro foi hackeado, O ministro só teria percebido o crime após receber ligações de seu próprio número.

Para encontrar os suspeitos, a Polícia Federal usou agentes da Diretoria de Inteligência Policial de Brasília para cumprir os mandados de forma sigilosa.

De acordo com a Polícia Federal, a falsificação tecnológica denominada Spoofing visa "enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável".

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