A Polícia Civil de Goiás prendeu na última sexta-feira (19), em Goiânia, um homem suspeito de atear fogo e matar sua companheira em outubro do ano passado, em São Paulo. Alex Alexandre Ferreira, de 41 anos, foi detido em uma marcenaria, no setor Solange Park, onde conseguiu emprego após o crime. Atualmente ele morava com outra mulher.

De acordo com as investigações, Sheron Chaves Monteiro, na época com 34 anos, teve 70% do corpo queimado após o suspeito jogar um líquido inflamável nela e atear fogo.

Além disso, ele deixou a vítima trancada em casa por 17 horas, até que ela foi socorrida por uma vizinha, levada até um hospital, mas morreu quatro dias depois. Ela sofreu queimaduras no crânio, rosto, nos membros superiores, no tórax, nas partes íntimas e nos membros inferiores.

Em agosto do ano passado, a vítima já havia ido até a delegacia acompanhada de seu irmão denunciar Alex por agressão, mas na época não fez exame no IML. Uma semana antes de ser morta ela reatou o relacionamento com o suspeito.

Suspeito diz que fogo foi acidental

Em seu depoimento, Alex disse para a polícia que tudo não passou de um acidente. Primeiro ele disse que a vítima morreu por conta da explosão de um botijão de gás. Percebendo que a versão seria facilmente desmentida após perícia, ele mudou o depoimento. Ele relatou que durante um churrasco houve uma briga e admitiu que jogou líquido inflamável na vítima, mas que o fogo começou após eles saírem para fumar.

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Ele não explicou a razão pela qual deixou a vítima trancada dentro de casa agonizando, limitando-se a dizer apenas que não chamou socorro por medo. Logo após o crime ele fugiu para Goiás.

Alex foi encaminhado para um presídio de São Paulo e irá responder por feminicídio. Se condenado, poderá pegar até 30 anos de cadeia.

Os policiais chegaram até o suspeito após assistirem uma matéria sobre o crime. Eles fizeram uma pesquisa e descobriram que Alex tinha parentes em Goiânia.

Presos após roubarem motorista que dormia

Na noite deste domingo (21), a polícia prendeu dois rapazes em Águas Lindas de Goiás, no entorno do Distrito Federal, acusados de roubarem um motorista que dormia dentro de seu veículo.

Segundo informações da Polícia Civil, o motorista dormia dentro de seu Honda Civic quando foi abordado pela dupla. Ele foi colocado no banco do passageiro e levado "para dar uma volta".

Assim que o carro parou no primeiro semáforo, a vítima saltou do veículo e fugiu.

De posse das informações a polícia conseguiu localizar o veículo com os dois suspeitos, que foram reconhecidos pela vítima na delegacia. Como o assalto ocorreu no Distrito Federal, os acusados foram encaminhados para lá.

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