A Polícia Civil de Sorocaba, no interior de São Paulo, investiga a morte da técnica de enfermagem Kelly Christina Parreira, de 40 anos. O corpo da mulher foi encontrado pela mãe dela, na manhã da última quinta-feira (4), na casa da vítima, localizada em um condomínio do bairro Jardim Tropical, na zona oeste da cidade. Ela morava no local há poucos dias com o namorado, que até o momento não foi localizado.

De acordo com informações passadas pela polícia, a mãe de Kelly, que mora na cidade de Itapetininga, não conseguia contato com filha nos últimos dois dias, período em que ela não apareceu para trabalhar, além de não responder mensagens e ligações telefônicas. Os vizinhos também notaram o carro da técnica em enfermagem permanecia na garagem e ninguém atendia os chamados na porta.

Suspeitando que algo pudesse ter acontecido, os familiares decidiram ir até o local onde a filha morava para saber o que poderia estar havendo.

A casa estava trancada e a porta precisou ser arrombada. Ao entrar no imóvel, a mãe encontrou a filha morta na cama e coberta, como se estivesse dormindo.

Ainda de acordo com a polícia, havia marcas no pescoço da vítima e supõe-se que a morte tenha ocorrido na terça-feira (2). Ainda não se sabe a causa da morte e o caso está sendo investigado como feminicídio. Um exame deverá apontar as causas da morte e também o que lhe causou os ferimentos no pescoço.

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Polícia

Kelly deixa uma filha de 21 anos e foi enterrada na tarde desta sexta-feira (5), no cemitério Vale da Paz, na cidade de Itapetininga, também no interior de São Paulo. Não houve a realização de velório.

Polícia quer ouvir companheiro da vítima

A técnica de enfermagem morta mantinha um relacionamento com o companheiro há cerca de um ano. De acordo com os familiares, a relação entre eles era tranquila, e a mãe da vítima esteve na residência do casal ajudando na mudança.

No entanto, o companheiro da vítima não foi mais visto desde o desaparecimento de Kelly e a polícia espera pegar seu depoimento para ajudar na elucidação do crime. A delgada Luciane Bachir, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), disse que parentes e amigos da vítima já foram ouvidos pela polícia. Outros depoimentos seriam recolhidos ainda nesta sexta-feira (5).

Foi realizada uma perícia na casa da vítima e a polícia apreendeu um computador, o telefone celular, objetos pessoais e um bilhete com anotações pessoais.

Tudo isso também será periciado.

Uma testemunha relatou à polícia que Kelly em duas oportunidades apareceu no trabalho apresentando lesões no rosto, mas justificou as marcas alegando que tinha sofrido quedas. Outra testemunha relatou que o companheiro de Kelly não é visto no condomínio deste a última terça-feira.

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