Recentemente, os policiais militares da cidade de Goianésia, localizada no centro do estado de Goiás, começaram a realizar um mutirão em seus dias de folga para ajudar uma família local a construir a sua casa.

Alexandre Fernandes de Castro, o comandante do batalhão de Goianésia, destacou que toda a sua equipe se sentiu bastante sensibilizada com a situação de uma funcionária do quartel. Maristela Rodrigues, a auxiliar de serviços gerais, que criou toda a comoção, cuida de suas filhas, que têm 12 e 15 anos de idade, e também do seu pai, que está doente.

A respeito de Maristela, o policial militar destacou que se trata de uma pessoa muito boa. Entretanto, Alexandre também apontou a precariedade das condições em que a funcionária vive atualmente. De acordo com o comandante, o marido de Maristela abandonou a família, e ela precisou cuidar sozinha das duas meninas e do pai.

Além disso, a mulher ainda está pagando pelas prestações de um lote. Vendo a funcionária do quartel em dificuldades, os policiais militares decidiram fazer alguma coisa para melhorar a situação em que ela se encontra.

A respeito da casa em que Maristela e sua família vivem no presente momento, é válido destacar que ela foi construída a partir de placas de concreto e conta com apenas dois cômodos.

Corrente do bem

O mutirão para ajudar a auxiliar de serviços gerais contou com a presença de 13 integrantes da Polícia Militar e aconteceu durante a última segunda-feira (16). Entretanto, os trabalhos não pararão por aí, uma vez que ainda é necessário terminar a casa de Maristela.

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Polícia

Devido a isso, é possível destacar que os policiais continuam se mobilizando para conseguir dar continuidade à tarefa. No momento, eles estão arrecadando doações para a compra de materiais necessários, como cerâmicas para piso, argamassa, vasos e pias. Além disso, também é necessário conseguir os móveis.

Conforme informações fornecidas por Alexandre Castro, ao ver a mobilização da equipe inicial, outros PMs também decidiram ajudar e, atualmente, está sendo feita uma rifa com o objetivo de arrecadar o dinheiro necessário para construir a casa de Maristela.

O comandante destacou que eles ainda estão aceitando doações e também gostariam de poder contar com mais mão de obra, visto que muita coisa ainda é necessária para que o projeto seja concluído.

Maristela, em conversa com o G1, disse ter se sentido emocionada com a atitude dos PMs. Ela contou que recebe apenas um salário mínimo e somente de prestação do lote em que a casa está sendo construída paga R$ 580.

A mulher também contou que havia começado a construir a casa e ela estava nos alicerces, mas precisou interromper até receber a ajuda dos PMs.

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