Foi determinada neste domingo (23) por Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que a dívida de São Paulo com a União seja adiada por seis meses para que o estado tenha obrigação e possa investir na prevenção, contenção e combate à pandemia causada pelo novo coronavírus.

Segundo o ministro, o estado será obrigado a comprovar que os valores investidos foram aplicados, inteiramente, na Secretaria de Saúde para gastos das medidas que irão prevenir conter e combater a disseminação da pandemia da covid-19.

Ainda de acordo com ele, é explícita a necessidade que o estado de São Paulo se encontra no atual momento ligado à pandemia, afinal, é o estado brasileiro com maior concentração de pessoas confirmadas positivo para a doença.

Então, é mais que aceitável que o pedido do estado sendo concedido nessa situação tão caótica. Assim, a carência para concretização das medidas de proteção da saúde pública e da vida dos brasileiros que vivem em São Paulo está clara. Para isso, a medida exigida é com a destinação prioritária do orçamento público.

Covid-19 pode perdurar por meses ou até anos

O panorama mundial atual é surreal: ruas vazias, nenhuma aglomeração de pessoais nos locais que antes eram movimentados, fechamento de escolas e instituições religiosas. Contudo, o que mais apavora e deixa a população preocupada é por quanto tempo ficaremos nessa situação de isolamento.

De acordo com Luiz Henrique Mandetta, o ministro da Saúde, no Brasil, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, a probabilidade é que ocorra até junho, porém, não será o desfecho, acredita-se, para tanto, que possa perdurar por anos.

No Brasil, o pico de casos confirmados do novo coronavírus pode acontecer até o mês de junho, e que os próximos 60 a 90 dias certamente serão de muita ansiedade, e é possível que em agosto, setembro todos possam voltar à sua rotina diária normalmente.

Além disso, Boris Johnson considera que o Reino Unido tenha capacidade de modificar a situação contra a doença até junho, mas, mesmo o número de casos confirmados caindo, não quer dizer que houve desfecho, uma vez que há possibilidade da situação perdurar por anos.

Ainda de acordo com ele, o melhor é manter a contenção das restrições feitas para controlar a disseminação da doença, para não aumentar ainda mais o caos. Afinal, mesmo mantendo tudo fechado e sem funcionamento, será insuportável durante todo esse momento, chegando até a provocar danos irreparáveis à vida social e também ao setor econômico.

Por fim, o primeiro-ministro do Reino Unido chega até a alegar ser improvável que haja medidas que levem à saída dessa situação tão caótica, sendo um desafio para a ciência e a humanidade, que há apenas medidas essenciais para diminuir a pandemia do novo coronavírus: vacinação, uma quantidade importante de pessoas infectadas que consigam desenvolver boa imunidade e alteração significativa no comportamento das pessoas em todo o meio social.

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