A deputada federal Flordelis(PSD-RJ), suspeita de mandar matar o marido, o pastor Anderson do Carmo, pediu a defesa e o apoio de fiéis. Isso através de um áudio da parlamentar, que também é pastora de uma igreja evangélica, que vem sendo compartilhado em aplicativos de mensagens. As informações foram divulgadas em primeira mão pela TV Globo.

Na gravação, que começou a circular nas redes sociais nesta quinta-feira (27), a deputada diz querer “todo mundo no culto”, afirmando que o culto de Piratininga, que está marcado para está quinta-feira, permanece. Além disso, a parlamentar ainda afirmou que “tudo vai ser esclarecido”.

Cinco filhos e uma neta são presos

O pastor Anderson do Carmo foi assassinado com 30 tiros em junho de 2019 dentro da casa de sua família. Nesta segunda-feira (24), foi divulgado pela mídia que Flordelis, sete filhos e uma neta, foram indiciados por terem arquitetado a morte dele. Dois filhos já estavam presos desde o ano do crime, um deles, apontado como sendo o autor dos disparos, e o outro suspeito de ter adquirido a arma utilizada para tirar a vida de Carmo. Agora, a neta e os outros cinco filhos suspeitos de terem envolvimento no crime, também foram presos.

Filho faz grave acusação contra Flordelis

Em depoimento, um filho adotivo da deputada federal afirmou que a mãe visitava seu quarto para ter relações íntimas com ele.

E mais, ele ainda acusou Flordelis de oferecer suas filhas adotivas para manterem relações íntimas com pastores estrangeiros que estariam visitando a casa de Rio Comprido, localizado no Rio de Janeiro. Nas informações, que foram divulgadas no "Jornal das Dez", da GloboNews, na última quarta-feira (26), o homem afirma ter deixado a casa da parlamentar após ter se casado e que ela oferecia as filhas como “forma de recepção”.

Polícia supõe que casal foi a casa de swing antes do crime

A trajetória do pastor Anderson do Carmo e de sua companheira, Flordelis, na madrugada do crime ainda continua cercada de mistérios. Uma das suspeitas investigadas pela Delegacia de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo, é de que, antes do assassinato, o casal tenha visitado uma casa de swing em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro.

Através de dados recebidos pela CET-Rio, investigadores da DHNISG concluíram que Flordelis e Anderson não estiveram em Copacabana no dia do crime, como havia sido relatado pela parlamentar em seu depoimento. Allan Duarte, delegado da DHNISG, afirmou em uma coletiva de imprensa realizada na última segunda-feira (24), que o casal esteve em Botafogo na madrugada do crime, e não em Copacabana.

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