Esta, definitivamente, é uma pergunta polêmica, mas muito procurada pelos fãs ‘mais assíduos’ do famoso astrofísico ou mesmo curiosos do gênero. Por via desse artigo não queremos debochar, nem desmerecer a história e a moral de Stephen Hawking, apenas esclarecer um fato. Se você está por aqui, deseja matar mais essa curiosidade também, certo? Então vamos lá.

Como?

A resposta é que ele não foi sempre tão fisicamente incapaz/desativo como é hoje.

O casal Hawking teve seu primeiro filho, Robert (1967) e, em seguida, primeira filha, Lucy (1970). Ele não começou a usar a cadeira de rodas até o final da década de 60, então provavelmente ainda era bastante capaz de ‘desempenhar-se’ na cama de maneira relativamente normal.

O terceiro filho do casal, Timothy (1979) nasceu significantemente mais tarde. No final da década de 70, a deficiência de Hawking progrediu ao ponto dele estar encontrando dificuldades para falar e ser compreendido. No entanto, ele não tinha perdido o controle completo de seu corpo. Assim, “atividades noturnas” ainda eram possíveis, com a sua esposa assumindo a liderança.

Para não finalizar...

Segundo comentários de alguns entendedores da área, Stephen na verdade nunca teve problema com relação a ter ou não filhos (e mais) pois sua doença, a esclerose lateral amiotrófica (als) não afeta diretamente os nervos e vasos responsáveis pelo funcionamento do sistema erétil e pela excitação sexual.

Como diz Eric Valor, que possui a mesma doença de Hawking, “a excitação sexual e suas funções são controladas pelo sistema nervoso Parassimpático, que não é afetado diretamente pela ALS.

Com um pouco de imaginação e cuidado, o sexo ainda é possível e prazeroso tal como antes; no meu caso, bastante treino e tentativa foi necessário, mas após um certo tempo, consegui dominar ‘o músculo’ e aproveitar uma vida sexual proveitosa e ativa com minha contraparte.” Nem todo mundo que possui a doença – já em estado avançado - consegue, mas é possível, com toda certeza.

Uma vez abordado por um curioso, Hawking respondeu à mesma pergunta de forma brilhante: “Apenas meus músculos voluntários foram afetados pela doença; os involuntários continuam bastante ativos.”

A juventude de Stephen é contada no filme "a teoria de tudo" (The Theory of Everything, 2014), desde a descoberta da ALS, o casamento com Jane, o nascimento de seus três filhos e sua busca pela Teoria de Tudo (além da Radiação Hawking).

Gostou? Compartilhe com os amigos! ;)