Considerado uma das figuras políticas mais polêmicas e influentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva literalmente rasgou o verbo ao falar a respeito de Jair Bolsonaro, atual presidente do Brasil.

Lula se pronunciou sobre a atitude de Bolsonaro e questionou a colega de partido Gleisi Hoffmann sobre o que chamou de intromissão de Bolsonaro no governo venezuelano.

Gleisi Hoffmann transmite questionamento de Lula com relação a Jair Bolsonaro

Muito próxima ao ex-presidente Lula, Gleisi Hoffmann voltou de mais uma visita à Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná, com um recado de Lula para o atual presidente da República Federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro.

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Se deslocando até Curitiba na tarde desta quinta-feira (24), Hoffmann revelou que Lula a questionou a respeito da “moral” de Jair Bolsonaro em “se meter” no país vizinho, a Venezuela.

Utilizando um megafone e acompanhada de algumas pessoas que se concentraram em uma espécie de acampamento em frente ao local onde Lula está preso no Paraná, Gleisi, que lia algumas anotações feitas em uma caderneta, repassou um recado vindo direto do ex-presidente e líder petista, Lula.

Lula manda recado a Bolsonaro a respeito de sua 'intromissão' na Venezuela

Fazendo as vezes de porta-voz, Gleisi revelou: “Ele (Lula) disse assim: ‘Que moral esse governo que prende seu maior adversário, frauda uma eleição com fake news de WhatsApp bancadas por dinheiro de caixa 2, que moral ele tem para falar da Venezuela? Bolsonaro não cuida nem do filho e quer cuidar do país alheio?’”

A declaração de Lula, repassada por Gleisi após ser pronunciada publicamente em Curitiba, foi parar no perfil oficial do ex-presidente petista no Twitter.

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Flávio Bolsonaro está sendo investigado em 'Caso Queiroz'

O Ministério Público segue com as investigações envolvendo o primogênito do presidente, o senador Flávio Bolsonaro.

Investigado por conta de depósitos suspeitos em sua conta, Flávio também está na mira das investigações devido ao fato de seu ex-assessor e motorista, Fabrício Queiroz, ter realizado transações que ultrapassam 1 milhão de reais para contas consideradas suspeitas.

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