Uma pesquisa do instituto MDA, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada nesta terça-feira (26), mostrou o índice de aprovação de Jair Bolsonaro, quase dois meses após sua posse. Segundo o levantamento, 38,9% dos entrevistados avaliam seu governo como sendo ótimo ou bom. Já 29% das pessoas ouvidas apontaram o governo como sendo regular e apenas 19% disseram que o governo é péssimo. 13,1% dos entrevistados não souberam responder o questionamento.

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Já quando questionados sobre a avaliação individual Bolsonaro, 57,5% aprovam seu desempenho, 28,2% desaprovam e 14,3% não sabem ou preferiram não responder ao questionamento.

Na comparação com os governos anteriores, de Michel Temer e Dilma Rousseff, Bolsonaro aparece melhor avaliado que seus antecessores. Para 55,4% dos entrevistados, o atual presidente está sendo melhor que seu antecessor, enquanto que 55,9% acham que seu governo é melhor do que o de Dilma.

A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 23 deste mês em 137 cidades de 25 estados do Brasil e ouviu 2002 pessoas. O nível de confiança do levantamento é de 95%.

Expectativa dos entrevistados

A pesquisa também quis saber a expectativa do brasileiro sobre a melhoria da qualidade de vida em alguns setores.

Quando questionados sobre a expectativa com relação a emprego, 51,3% das pessoas ouvidas disseram que irá melhorar, 28,7% disse que irá ficar igual e 17,2% afirmaram que vai piorar.

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Sobre a renda mensal, 51,2% acreditam que ela ficará igual, 33,8% que ela vai aumentar e 9,6% que ela irá diminuir. Para 47,2% dos entrevistados a educação irá melhorar, 34,8% disseram que ela se manterá no mesmo patamar e 15,6% que vai piorar.

Sobre segurança pública, uma das bandeiras de campanha de Bolsonaro, 53,3% afirmaram que ela irá melhorar, enquanto que 26,3% disseram que ela ficará igual e 17,5% que irá piorar. Ainda na área de segurança pública, 62% das pessoas ouvidas disseram aprovar o pacote anticrime apresentado por Sérgio Moro.

O levantamento também quis saber se o governo Bolsonaro terá a capacidade de unificar os brasileiros. Para 40,5% das pessoas ele terá essa capacidade, enquanto que 21,6% disseram que ele irá acirrar ainda mais a situação. Já 18,1% acreditam que o quadro se manterá inalterado.

Sobre os principais desafios de Bolsonaro, 42,3% dos entrevistados apontaram a saúde como o maior deles. Em seguida vem segurança (34,3%), educação (31,6%), corrupção (29,2%) e emprego (23,7%).

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