Michelle Bolsonaro, tem parte de seus familiares residindo na comunidade de Sol Nascente, localizada em Brasília, no Distrito Federal. Com instalações precárias, o imóvel onde a avó da primeira-dama do Brasil vive com uma de suas filhas conta com esgoto a céu aberto.

Familiares da primeira-dama moram em local simples

Maria de Fátima Firmo Ferreira e dona Maria das Graças, tia e avó da primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, residem em um imóvel localizado em uma das áreas mais afastadas da comunidade situada na capital federal.

A favela Sol Nascente cresceu bastante e acabou se desmembrando da comunidade de Ceilândia. Ela disputa atualmente com a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, a posição de maior favela do país. Contando com grande parte de suas ruas ainda de terra vermelha e pedaços de asfalto, mais de 90% dos habitantes do local vivem em lotes em condições irregulares.

Por conta das condições das ruas, bem como pelo afastamento do local, a coleta de lixo local, bem como o transporte público legal, acabam por não chegar a boa parte da comunidade.

Esgoto corre a céu aberto perto da casa de parentes de Michelle

Em entrevista via telefone ao jornal O Estado de S. Paulo, a tia da primeira-dama revelou que não há nenhuma previsão a respeito de quando a rede de coleta e tratamento de esgoto chegarão até sua residência e dos demais vizinhos que residem em sua rua.

Questionada sobre uma possível previsão, a tia de Michelle se limitou a afirmar que a rede de esgoto demorará e muito, visto que na comunidade do Sol Nascente, muitos moradores precisam disso.

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Companhia de saneamento cita reorganização urbanística

Após o Governo Federal revelar que as redes de abastecimento da comunidade do Sol Nascente estão sendo construídas em etapas e de forma gradual, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), informou que tudo acompanhará a reorganização urbanística do local.

A meta traçada pelo governo é que no decorrer do ano de 2019, sejam realizadas 3,4 mil ligações de rede de esgoto na favela do Sol Nascente.

Ao ser questionada pela equipe de reportagem do jornal O Estado de S. Paulo a respeito de quais medidas contribuem para evitar a contaminação da população do local, a Companhia de Saneamento Ambiental revelou que enquanto não há implantação das redes, é necessário cuidar das fossas sépticas presentes no local.

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