Segundo informações do jornal O Globo, o Governo Federal está estudando a possibilidade de ampliar o pagamento do auxílio emergencial no valor de R$ 600 para aqueles trabalhadores que tiveram seu trabalho prejudicado devido à pandemia do novo coronavírus. De acordo com as informações, estudos para que isso seja feito já estão sendo avaliados.

Entre as opções, está a prorrogação do auxílio emergencial para um período de um a dois meses. O outro que está sendo estudado, por sua vez, é a criação de um programa de renda básica que poderá ser implementado quando o pico do novo coronavírus já estiver passado.

Segundo O Globo, Ministério da Economia está sendo pressionado a tornar o benefício permanente.

Durante esta terça-feira (12), ao ser indagado, o Ministério da Economia decidiu negar que o benefício “veio para ficar” na vida dos brasileiros, de acordo com as informações dadas pelo secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa.

Sobre prorrogar a quantia de R$ 600 por um a dois meses, uma das justificativas para que isso passe a ocorrer é o grande grau de incerteza que está assolando o país durante este tempo, visto que não há estimativas certeiras de quando realmente o comércio voltará a ser aberto.

Bolsonaro diz que prorrogação é assunto para Guedes

Nesta terça-feira (12), o atual presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, foi a público para comentar sobre a possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial no valor de R$ 600, visando frear os impactos econômicos do novo coronavírus.

De acordo com o presidente Bolsonaro, quem fala sobre as pautas relacionadas à economia é o atual ministro da Economia, Paulo Guedes. Bolsonaro ainda ressaltou que injetar o auxílio de R$ 600 para aqueles que estão impossibilitados de trabalhar significa mais R$ 30 bilhões de gastos aos cofres públicos.

O presidente ainda tentou se esquivar se irá ou não sancionar o pacote de socorro a estados e municípios que, agora, já está aprovado pelo Congresso. Bolsonaro ainda não explicou se iria vetar a permissão para reajuste salarial para aqueles funcionários públicos que, supostamente, terão o salário congelado no ano de 2021.

Ao ser perguntado sobre como digeriu o modo que o atual ministro da Saúde, Nelson Teich, avaliou a mensagem recebida pela imprensa sobre a edição do decreto presidencial para reabrir as academias, barbeiros e salões de beleza, Bolsonaro se mostrou direto, dizendo que ampliar o decreto é de sua competência.

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