O líder dos caminhoneiros, Marconi França, anunciou que os caminhoneiros pretendem realizar uma paralisação nacional no dia 16 de dezembro. Segundo informações do jornal Correio Brasiliense, França afirmou que a insatisfação dos caminhoneiros com o atual presidente é a causa da iniciativa da greve que promete que cerca de 70% dos 4,5 milhões de profissionais celetistas e autônomos irão parar o país.

Segundo França, o presidente Bolsonaro não está cumprindo com o que prometeu aos trabalhadores da classe.

Dentre as falhas estão o preço do óleo diesel com altas consecutivas e cita que Bolsonaro tem visado o agronegócio e afirmado que os caminhoneiros só sabem destruir as rodovias.

O presidente da CUT/RJ, Sandro Alex de Oliveira Cezar apoia o Movimento Nacional dos Caminhoneiros autônomos e ressalta que apesar dos 30% ainda acreditarem no Governo e no presidente é provável que se conscientizem de que necessitam de melhores condições de trabalho.

O líder dos caminhoneiros foi na última sexta-feira (06) à sede da Central Única dos Trabalhadores no Rio de Janeiro, onde gravou um vídeo pedindo apoio da população "que não está satisfeita com o preço da gasolina".

O líder do movimento ainda não afirmou qual a duração da paralisação que deverá iniciar dia 16 deste mês, caso o governo não atenda o que foi prometido à categoria. França, também, afirmou que o governo esquece que são eles [os caminhoneiros autônomos] que transportam os produtos das grandes indústrias.

Consequências da paralisação

Os prejuízos econômicos para o país chegam à casa dos bilhões de reais para os grandes setores da indústria, varejista e agropecuário, bem como os distribuidores de combustível.

A última greve ocorrida no governo de Michel Temer teve impacto negativo na bolsa de valores e nas ações de diversas empresas.

O governo de Bolsonaro tem provocado algumas mudanças que têm impactado a vida do brasileiro. Portanto, permitir que a greve aconteça, negando acordo entre os caminhoneiros é prejudicar a vida da grande massa populacional. Haja vista que parar o Brasil novamente acarretará inúmeras consequências desastrosas para a economia brasileira.

Entenda as promessas de Bolsonaro

No dia 28 de março de 2019 quando os caminhoneiros ameaçaram parar novamente o Brasil, o presidente Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo na internet, onde afirmou o reajuste do diesel e que iria segurar por prazos maiores [este ano já foram 11 reajustes].

No vídeo, o presidente e o Ministro da Infraestrutura, Tarcisio Freitas, falaram sobre a criação do cartão pré-pago para facilitar a compra do diesel, o prazo determinado de 90 dias para colocar em funcionamento, além de cancelar os radares eletrônicos aos quais chamou de pardais, na época, ressaltando que os mesmos representavam a indústria da multa.

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