Um usuário do Twitter postou um vídeo que mostra uma garota sendo estuprada e o caso logo ganhou repercussão e se tornou um dos assuntos mais comentados da redes sociais. Tão logo a polícia tomou conhecimento, começou a investigar o caso. No vídeo, a jovem aparece completamente nua e encontra-se desacordada, após ter sido estuprada.

Alessandro Thiers, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, já confirmou que a garota é menor de idade e isso agrava o #Crime cometido. O fato aconteceu no Rio de Janeiro e passou a ser o assunto mais comentado do dia.

A DRCI informou que os autores do crime já foram identificados, entretanto, não terão seus nomes divulgados para não atrapalhar as investigações.

Publicidade
Publicidade

Um dos autores do estupro reside em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro, local onde o crime foi praticado. O outro homem envolvido no estupro mora na Cidade de Deus, também no Rio de Janeiro.

As imagens mostram dois homens debochando da menina, enquanto a filmam completamente nua e comentam que mais de 30 a engravidaram. Os estupradores ainda mostram o órgão genital da garota sangrando e comentam: "Olha como está, sangrando, olha onde o trem passou".

A conta @michelbrasil7, responsável pela postagem do vídeo, logo começou a receber muitas críticas e os usuários do Twitter a denunciaram, sendo bloqueada pelo Twitter, que não permite esta prática entre seus usuários.

O autor da postagem, diante das muitas críticas, chegou a postar uma mensagem avisando que coisas piores são postadas na #Internet todos os dias e, por isso, ele não ia deletar o vídeo publicado.

Publicidade

Mesmo com a conta já tendo sido bloqueada, as críticas continuaram e tomaram conta da rede social nesta quarta-feira (25). A polícia está investigando se o usuário da conta @michelbrasil7 é o responsável pela gravação do vídeo, ou se ele simplesmente o divulgou, mas, de toda a forma, ele será responsabilizado, mesmo não sendo ele o autor do estupro, pois este tipo de material é proibido de ser divulgado na internet.

No Twitter, os protestos continuam.

#Casos de polícia