O que esperar de um pai que se julga no direito de estuprar e violentar as filhas? Um #Crime hediondo veio a tona na cidade de Cariacica, localizada no Espírito Santo.

De acordo com o portal de notícias G1, um vigilante de 36 anos foi preso no último sábado(6). Ele é acusado de estupro e foi encontrado dentro de uma igreja Adventista, no bairro Itapemirim, em Cariacica.

Pai se julga no direito de violentar as filhas

Segundo o delegado Lorenzo Pazolini, titular da delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente, o homem é suspeito de estuprar a filha de 13 anos, abusado sexualmente da filha de 7 anos e de manter um relacionamento amoroso com uma outra garota de 13 anos.

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Em depoimento a tia e a prima da filha mais velha do vigilante, relataram que o homem afirmou que só ele poderia tirar a virgindade das filhas, que era um direito dele. E ainda revelou que queria engravidar a filha e que ele cuidaria do neto.

Diante dos jornalistas o estuprador negou as acusações e disse que jamais confirmou o crime. Porém a filha mais velha do vigilante passou por exames que comprovaram o #Estupro.

Ele também foi denunciado pelo abuso da filha de 7 anos

Assim que ele foi preso, uma mulher que tem uma filha de 7 anos do vigilante também o denunciou, de acordo com ela o homem também abusou sexualmente da garotinha. A polícia acredita que com a divulgação do caso, mais pessoas vão procurar a delegacia para relatar outros crimes praticados .

Depoimento do pai

Em depoimento o pai das meninas negou que tenha estuprado e abusado das filhas.

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Inclusive ele chegou a dizer que a filha mais velha de 13 anos foi violentada pelo padrasto e que ele estava investigando o caso.

Jurando inocência, o vigilante disse que quando a polícia chegou na igreja onde ele foi capturado, pensou que estavam lá porque ele atrasou o pagamento do pensão alimentícia das filhas.

O homem foi preso e encaminhado para o Centro de Triagem na cidade de Viana. Ele é acusado de estupro de vulnerável com agravante de ser pai da vítima e pode ter a pena estipulada em até 15 anos de prisão.

  #Casos de polícia