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Uma triste notícia abalou a Seleção Brasileira de ginástica artística. A Confederação Brasileira de Ginástica divulgou em seu Instagram que a atleta Jackelyne da Silva faleceu na tarde da última quarta-feira (17). Não foi divulgada a causa da morte, mas sabe-se que ela estava internada devido a alguns problemas de saúde que apareceram durante as férias.

A confederação fez um post nas redes sociais lamentando a morte da atleta. Eles se solidarizaram com parentes e amigos e disseram que terão boas lembranças da atleta no clube. Jackelyne fazia parte do time de ginástica artística do Pinheiros e defendeu a seleção brasileira nas categorias juvenis. Ela entrou para a categoria adulta em 2017.

O Esporte Clube de Pinheiros também fez uma homenagem nas redes sociais à atleta.

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Eles relembraram a trajetória da atleta no clube e destacaram sua forma alegre de levar a vida. Eles disseram que o jeito alegre e divertido da atleta contagiava a todos. O clube disse também que estava prestando todo o suporte necessário à família para o velório e enterro.

Nas páginas de esporte na internet, muitos estão se perguntando o que teria levado uma pessoa tão jovem a falecer. "É difícil de acreditar, que uma jovem de 17 anos, atleta, morra assim do nada, lamentável", escreveu um seguidor na página da Confederação Brasileira de Ginástica.

Morte súbita de atletas

Muitos se perguntam como uma pessoa tão jovem e aparentemente saudável pode morrer tão repentinamente. Mas morte súbita em atletas é mais comum do que se pensa.

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No Brasil, a maioria das mortes súbitas em atletas é decorrente a doenças do coração.

Mas a morte súbita não acontece somente em atletas profissionais. Ela pode ocorrer até mesmo em atletas de finais de semana, durante uma pelada com os amigos ou até mesmo durante uma corrida. Para as pessoas que já têm predisposição a doenças cardíacas, o exercício físico deve ser supervisionado por médicos do esporte ou especialista em doenças cardiovasculares.

No ano de 2018, o jogador de Futebol da Itália Davide Astore foi encontrado morto na concentração da Fiorentina. Mas antes dele, outros casos de morte súbita já aconteceram em campo. No ano de 2004, o brasileiro Serginho, jogador do São Caetano, morreu aos 30 anos durante partida contra o São Paulo.

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Outra morte mais recente aconteceu na Argentina, em 2018. O jogador Luciano Ceccato, do Nueva Alianza de la Plata, desmaiou e precisou ser reanimado em campo. Felizmente, o argentino teve um atendimento rápido e sobreviveu.