Nesta última terça-feira (26), o pequeno Yago Lourenço, de três meses de vida, foi morto pelo próprio pai, o jovem Alexandre Montanholi, de 23 anos de idade. O crime aconteceu no município de Andradas, em Minas Gerais e teria sido motivado por um quadro de estresse paterno, por conta do incessante choro do bebê.

Após a constatação da morte do menino, o homem foi preso. Ana Carolina Lourenço Cândido, de 19 anos, que é mãe do bebê e companheira de Alexandre, também foi presa, por ter tentado encobrir o crime.

Bebê tem diagnóstico de traumatismo craniano e costelas quebradas

No último dia 26 de março, um bebê de apenas 3 meses, deu entrada em um hospital da cidade de Andradas, em Minas Gerais, já sem vida.

Ao ser examinado pelos médicos e submetido a uma necrópsia, foi constatado que a morte do bebê não se deu por conta de causas naturais, deixando assim a equipe médica do hospital intrigada com o que teria levado a criança à morte.

Com o corpo do bebê submetido a exames, foi constatado que seu falecimento se deu por conta de um traumatismo craniano.

Ainda na necrópsia foi constatado que o pequeno Yago Lourenço apresentava quatro costelas quebradas.

Homem mata bebê por ter se 'estressado' como choro

Surpresos com os exames e o resultado da necrópsia feita no corpo do bebê, os médicos acionaram a Polícia local e relataram o caso, explicando o que teria levado o menino à óbito.

Suspeitando da conduta do casal que, enquanto o bebê ainda estava sendo examinado pela equipe médica, utilizava as redes sociais para comunicar a morte do filho, os policiais encaminharam os responsáveis pelo menino à Delegacia para serem ouvidos.

Em entrevista ao jornal Extra, o delegado Fabiano Roberto Mazzarotto Gonçalves revelou que os pais do bebê relataram em forma de confissão detalhes do que teria ocorrido e culminou na morte do filho.

De acordo com a confissão de Alexandre Montanholi e Ana Carolina Lourenço Cândido, o bebê teria batido a cabeça em um dos braços do sofá após ser arremessado pelo pai. A ação teria causado um quadro de traumatismo craniano na criança.

Ainda segundo o depoimento dos pais do menino, Alexandre teria atingido o corpo do filho com uma série de joelhadas, o que lhe rendeu vários hematomas e quatro costelas quebradas, conforme constatado no exame de necropsia.

Indagados a respeito do que teria motivado as agressões, Alexandre afirmou que estava “estressado porque não aguentava mais o choro do filho”.

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