Segundo a Polícia, os dois atiradores responsáveis pelas cenas de terror em uma escola estadual em Suzano, na Grande SP, já foram identificados. Os dois homens entraram atirando na Escola Estadual Raul Brasil e fizeram ao menos sete mortos no local, além de deixar dezenas de feridos. Dos sete mortos, cinco eram alunos e duas funcionárias. Os atiradores se mataram.

Os homens teriam alugado um carro, um Chevrolet Ônix, passado em uma loja de veículos, que pertenceria a um tio dos assassinos, antes de chegar à escola.

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Na loja de carros, a Jorginho Veículos, o menor teria atingido o próprio tio com três tiros e seguido para o colégio. No local, os dois entraram encapuzados e saíram atirando. O tio do rapaz foi socorrido, mas acabou morrendo.

O ataque aconteceu por volta das 9h30 desta quarta (13) e mobilizou todo o país.

Nome dos assassinos é revelado

Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, foram os dois homens que entraram e fizeram várias vítimas.

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Além dos 8 mortos, outras 23 pessoas foram levadas a hospitais da região. A motivação do crime não foi revelada, mas a polícia já tem indícios que houve premeditação do crime, já que o veículo usado no crime era alugado, os jovens ainda montaram bombas falsas, que foram encontradas no veículo, e estavam de posse de uma grande quantidade de armas.

No horário que os assassinos entraram na escola, haviam apenas estudantes do ensino médio no pátio. Eles entraram atirando na coordenadora pedagógica e em outra funcionária.

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Polícia

Depois, entraram no pátio e atiraram nos alunos. Na sequência, ainda foram até o centro de línguas do colégio e se mataram. A informação foi repassada pelo coronel Marcelo Salles, da PM.

Arsenal dos assassinos

Dentro da escola, a polícia identificou um revólver calibre 38, quatro recargas, uma besta (arma automática de arco e flecha), artigos que pareciam ser explosivos, além de um machado na cintura de um dos assassinos. Há ainda uma mala com fios.

A perícia esteve no local e descartou a possibilidade dos artefatos encontrados na escola e no veículo serem explosivos.

Segundo o Censo Escolar de 2017, a instituição tem cerca de 1.000 alunos distribuídos entre o 5º ano do ensino fundamental e o ensino médio, além de cerca de 100 funcionários. A escola tem bom índice no IDEB e conta, inclusive, com um centro de línguas referência no estado.

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