Nesta segunda-feira (26), a PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal), encontrou o corpo da advogada e funcionária do MEC (Ministério da Educação e Cultura), Letícia Sousa Curado de 26 anos. O corpo foi achado à beira da rodovia DF – 250, perto do Vale do Amanhecer, em Planaltina. Letícia morava na região e desapareceu na sexta-feira, logo após ir trabalhar no MEC. Um homem foi preso, porque a bolsa da jovem estava no seu carro, e confessou o crime.

O homem em questão se chama Marinésio dos Santos Olinto, que disse que matou a vítima porque a mesma se recusou a manter relações sexuais. Ainda, segundo o G1, o homem levou a Polícia onde estava o corpo da advogada e contou que matou a moça por enforcamento.

Confissão do crime

Marinésio disse em depoimento para a Polícia, que na sexta-feira, ofereceu carona para a vítima ir ao trabalho. Letícia saiu de casa, que fica em Planaltina, e iria trabalhar, no Ministério da Educação.

Segundo informação do G1, ela esperava o ônibus para a Rodovia do Plano Piloto, quando viu uma caminhonete, que Marinésio dirigia. A moça aceitou a carona e no meio do caminho, Marinésio teria assediado Letícia. Segundo o suspeito disse, a moça recusou e ficou bastante assustada.

Marinésio afirmou ainda que enforcou a advogada, mas, segundo o suspeito, não abusou dela. O corpo de Letícia foi encontrado com roupa, dentro de uma manilha.

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Polícia WhatsApp

Será realizado um laudo cadavérico para confirmar se houve ou não, um abuso sexual. O suspeito foi preso no domingo (25), depois que foram analisados vídeos de câmeras de segurança que mostraram que a vítima realmente entrou no carro do homem.

No carro do homem suspeito, os agentes policiais encontraram os pertences da vítima. Marinésio trabalha como cozinheiro, mora na região do Vale do Amanhecer e não tem antecedentes criminais.

Segundo o delegado do caso, Fabrício Augusto Paiva, da 31ª DP (Delegacia de Polícia), disse que todos os indícios do crime levam a Marinésio que cometeu o crime. O suspeito é casado e tem uma filha de 16 anos.

Segundo Fabrício, Marinésio é o único suspeito do caso. Ele estava na cena do crime e em todas as investigações feitas apontam no sentido de que ele teve sim participação no crime. Todas às vezes que é confrontado, Marinésio foge do assunto.

Letícia deixa filha de três anos

Letícia era moradora do Setor Arapoanga, que fica em Planaltina, com o marido e uma filha de 3 anos. Ela saiu por volta das 7 horas de sexta-feira. Imagens da câmera de segurança mostraram o exato momento que a mulher entrou no veículo do suspeito do crime, que era uma Blazer prata. O horário marcava 7 horas e 42 minutos da manhã.

A família ficou preocupada com o desaparecimento de Letícia, logo após a moça não aparecer para almoçar com sua mãe, já que combinaram de se encontrarem ao meio-dia.

A mãe dela chegou ligar para a filha, mas, o celular estava desligado.

Também o marido tentou falar com Letícia e por volta das 15h, mandou uma mensagem via WhatsApp. Como a mensagem não teve visualização nenhuma, por volta das 18h30 ele foi à delegacia e chegou a registrar um boletim de ocorrência.

Os agentes policiais começaram na mesma noite as buscas. Na manhã do último sábado (24), segundo o delegado Fabrício Paiva, uma vizinha disse que viu Letícia entrando em um veículo que ela identificou como um Gol branco.

Procuraram o carro, mas, não encontraram porque ele nunca existiu. Segundo o delegado, isso pode ocorrer por causa de um lapso de memória que pode acontecer nessas ocasiões.

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