Está havendo uma grande polêmica em torno do tema do meio ambiente quando se descobriu, que houve um aumento significativo de queimadas dentro da mata da Amazônia. Angela Merkel, primeira-ministra da Alemanha, concordou em levar o assunto para ser tratado na reunião do G7, o grupo composto pelas sete maiores economias do mundo, que aconteceria na cidade francesa de Biarritz, nesse último final de semana.

O presidente da França, Emmanuel Macron, o anfitrião da reunião, ameaçou fazer um bloqueio comercial e não sancionar o acordo entre o Mercosul e a União Europeia.

Nesta última segunda-feira (26), saiu um anúncio que os líderes que lá estavam – Itália, Japão, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Alemanha e França – concordaram em doar 20 milhões de euros (aproximadamente, R$ 91 milhões de reais), em ajuda para combater o fogo na região amazônica.

Ainda, de acordo com o presidente francês, esse dinheiro seria disponibilizado nesse exato momento para enviar aviões para apagar os focos de incêndio.

Logo depois de ser anunciado esse fundo de ajuda desses países, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), está bastante desconfiado acerca de quais intenções estão por trás desse ato. Segundo Bolsonaro, Macron prometeu ajuda de países ricos para a Amazônia, mas, Bolsonaro questionou o que eles poderiam querer na Amazônia: "Macron promete ajuda de países ricos à Amazônia.

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Jair Bolsonaro Governo

Será que alguém ajuda alguém, a não ser uma pessoa pobre, né, sem retorno? Quem é que está de olho na Amazônia? O que eles querem lá?". Isso Bolsonaro disse ao sair do Palácio da Alvorada.

Ainda o presidente Bolsonaro usou também sua conta na rede social Twitter, para falar que não aceitará que o presidente da França, faça alguns ataques que são gratuitos e descabidos Amazônia. "Nem que disfarce suas intenções atrás da ideia de uma 'aliança' dos países do G7 para 'salvar' a Amazônia, como se fôssemos uma colônia ou uma terra de ninguém", completou o presidente.

Ainda, ele declarou que outros líderes de Estado, ainda, solidarizava com o Brasil, mas, segundo ele o respeito à soberania de qualquer nação seria o mínimo que um país que é civilizado poderia oferecer.

Medidas tomadas pelo Brasil

Houve uma verdadeira celeuma dentro do tema das queimadas da floresta da Amazônia e muitas falas do Governo que foram consideradas, confusas. O ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, tentou minimizar dizendo ser um período de estiagem e assim, esse tipo de fogo seria segundo ele, normal na região. Logo depois, o presidente Bolsonaro levantou a hipótese de que ONGs estariam por trás do aumento dessas queimadas, por causa do não repasse da verba que era destinada a elas.

Só depois de 3 dias que a mídia mostrou um aumento de 84% dos incêndios foi que Bolsonaro convocou uma reunião emergencial para trazer a pauta de uma criação de uma “força-tarefa” e também o envio de tropas militares para apagar o fogo na região.

No último sábado (24), o Ministério da Defesa comunicou que 44 mil homens da Força Militar estavam à disposição. Até o último domingo (25), pelos menos 7 Estados pediram ajuda as tropas federais para apagar o fogo.

Aviões da FAB (Força Aérea Brasileira), começaram a ser usados nesse último fim de semana para jogar água nas regiões que existe alguma queimada.

Além disso, Bolsonaro informou por meio do seu Twitter ter aceitado a oferta de apoio do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para combater o fogo na Amazônia.

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