O G7, que é um grupo composto pelas sete maiores economias do mundo, quer discutir as queimadas na região amazônica. Além da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, também o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, o presidente da França, Emmanuel Macron e também, Justin Trudeau o premiê do Canadá querem levar o tema ao G7 nesse final de semana. Um porta-voz de Merkel disse nesta sexta-feira (23), que os incêndios na Amazônia são de extrema urgência que devem entrar na pauta de debates no G7.

Merkel, chanceler e também terceira liderança do G7 , avisa que o grupo vai se reunir nesse próximo final de semana, na cidade de Biarritz, França, e vai debater os focos de incêndio da região amazônica. Os Estados Unidos, Reino Unido, Itália e Japão também compõem o grupo. Segundo a chanceler, o número dos incêndios da Amazônia são preocupantes e ameaça não só a região brasileira mas, também os demais países que podem ser afetados.

Segundo o "G1", houve um aumento das queimadas na Amazônia de 82%, de janeiro até agosto desse ano, comparado com o mesmo período no ano de 2018, e aumentaram nessas últimas semanas. Na última quinta-feira (22) no período da noite, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez uma reunião urgente com os ministros para tomar as medidas cabíveis sobre o caso.

O Reino Unido também está preocupado

O Reino Unido também está preocupado com as queimadas na Amazônia.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Jair Bolsonaro Anitta

Segundo o "G1", o primeiro-ministro Boris Johnson, vai falar na cúpula do G7 que é preciso renovar o foco na preservação da floresta. O porta-voz britânico disse que o primeiro-ministro está bastante preocupado pelo aumento da quantidade de focos de queimadas na Amazônia.

Também o presidente da França, Emmanuel Macron, postou em uma rede social na última quinta-feira (22) que se precisa discutir esse tema na reunião.

"Nossa casa queima. Literalmente. A Amazônia, o pulmão de nosso planeta, que produz 20% de nosso oxigênio, arde em chamas. É uma crise internacional. Membros do G7, vamos nos encontrar daqui a dois dias para falar dessa urgência!", escreveu Macron.

Segundo o G1, apesar do post de Macron e da floresta amazônica ser muito fundamental dentro do equilíbrio do planeta, a Amazônia não pode ser considerada como uma espécie de “pulmão do mundo”, pois, segundo muitos estudos científicos, a própria floresta consome a maior parte do oxigênio que ela própria produziu.

Assim, a maior parte do oxigênio da atmosfera terrestre, é produzido pela flora marítima. Segundo a presidência da França informou nesta sexta-feira, que o grupo G7 trabalha para dar uma resposta satisfatória aos incêndios que andam assolando a Amazônia.

O premie canadense, Justin Trudeau, respondeu ao primeiro-ministro francês na mesma rede social (Twitter). Trudeau, disse que concorda com Macron, e afirmou que eles trabalharam para proteger o meio ambiente em 2018 em Charlevoix, e ressaltou que é preciso continuar com este objetivo no próximo final de semana. Segundo o premiê do Canadá, eles precisam agir para proteger a floresta amazônica, pelo bem do planeta e dos filhos e netos.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo