Na manhã dessa terça-feira (20), um homem manteve um ônibus sequestrado na ponte Rio-Niterói. O fato aconteceu por volta das 9h e recebeu extensa cobertura da imprensa. Entretanto, de acordo com o porta-voz da Polícia Militar do RJ, coronel Mauro Fliess, o sequestrador usou uma arma de brinquedo para cometer o crime.

As afirmações foram feitas durante entrevista à TV Globo. Ainda sobre o sequestro, Fliess afirmou que o sequestrador acabou morrendo no local em que o crime aconteceu, depois de alguns disparos de um atirador de elite da PM que estava estrategicamente posicionado no local.

A respeito da ação do atirador, o coronel Fliess ainda afirmou que essa é a polícia que ele deseja ver sempre. Ele ainda apontou que foi necessário o disparo de um sniper para conseguir neutralizar o criminoso e salvar os passageiros do ônibus.

Durante a sua declaração, Fliess ainda informou a respeito da morte do bandido e ressaltou que, atualmente, a PM está se dedicando à saúde das pessoas que estavam no veículo e também procurando prestar solidariedade às vítimas do sequestro. O coronel ainda aproveitou a ocasião para dar parabéns às autoridades envolvidas no resgate do ônibus e apontou que a PM estava convicta de que a operação seria um sucesso.

O coronel ainda ressaltou que nenhum dos reféns do criminoso foi ferido durante a operação. Ele destacou que eles estão recebendo atendimento psicológico além do atendimento médico quando a necessidade se apresenta.

Embora a arma fosse de plástico e, portanto, não pudesse efetivamente vir a fazer vítimas, o coronel Mauro Fliess apontou que outros riscos se apresentaram para os passageiros do ônibus sequestrado.

O PM ainda enfatizou que o criminoso chegou a jogar combustível no veículo e, antes de ser alvejado pelo sniper, ameaçou atear fogo no ônibus.

Além disso, o coronel destacou que a arma somente foi identificada como falsa depois que o bandido foi morto pelos atiradores.

Entenda o ocorrido

O cerco da Polícia Militar ao sequestrador chegou a durar três horas, tendo fim por volta das 9h. O homem responsável pelo crime foi identificado como William Augusto da Silva.

Durante o sequestro, 37 pessoas foram mantidas reféns no veículo.

Um atirador do Bope foi o responsável pelo disparo que encerrou a situação. William ainda deixou o local com vida. Entretanto, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, ao chegar ao Hospital Souza Aguiar, o criminoso sofreu uma parada cardiorrespiratória e acabou falecendo.

Os reféns presentes no ônibus afirmaram que em um determinado ponto do sequestro William chegou a afirmar que sofria de depressão.

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