Mariana Forti Bazza, de 19 anos, foi encontrada morta nesta última quarta-feira (25). A jovem havia recebido ajuda para poder trocar o pneu de seu carro após sair da academia e notar que o pneu estava murcho. Desde então, Mariana havia sido dada como desaparecida pelos seus familiares. O último contato que ela teve com o namorado e com os familiares foi para comunicar a respeito do pneu de seu carro, que estava murcho, e que ela notou logo após deixar a academia, e que um homem que passava pela rua se ofereceu para poder ajudá-la a trocar o pneu do carro.

Logo após a Polícia foi comunicada a respeito do sumiço da jovem. O corpo de Mariana foi encontrado pelos policiais em uma estrada próxima à cidade de Itápolis, no interior de São Paulo. A cidade fica localizada a cerca de 60 quilômetros de Bariri, onde a jovem estava no momento em que desapareceu.

O corpo da jovem foi encontrado pelos policiais após o suspeito de ter cometido o crime ter sido preso. Segundo a polícia, ele confessou a autoria do assassinato. Rodrigo Pereira da Silva, de 37 anos, foi detido em Itápolis.

Ele estava na casa de parentes quando foi preso. Ao notar a presença da polícia, o homem chegou até mesmo a tentar se esconder no telhado do imóvel. Ainda não se sabe qual foi a motivação do crime.

No carro da jovem, os policiais não encontraram nenhum vestígio de sangue, mas notaram que havia sinais de que a vítima e o criminoso tiveram uma luta corporal. Também foram colhidas mechas de cabelo pelos policiais, que podem ser de Mariana.

O delegado responsável pelo caso agora está aguardando os resultados dos dados colhidos pela perícia para divulgar mais detalhes a respeito do caso.

A polícia também declarou que inicialmente o homem havia negado a autoria do crime, mas que logo após resolveu confessar que havia matado a jovem e informou para os policiais o local onde o corpo de Mariana foi deixado por ele. O corpo da jovem foi encontrado em uma área de mata que fica próxima de uma rodovia da cidade vizinha onde a jovem estava quando foi sequestrada.

Ela foi encontrada com os braços amarrados para trás e com um tecido em seu pescoço.

O pai e o namorado de Mariana estavam no momento em que os policiais levaram o homem preso. Eles precisam ser contidos pelos policiais presentes no momento da prisão de Rodrigo, pois queriam agredir o homem pela morte da jovem.

O crime

A identidade do homem foi descoberta através das imagens de segurança da academia onde Mariana estava pouco antes de ser abordada pelo homem, que lhe ofereceu ajuda com o carro. Além disso, Mariana havia enviado uma foto pelo celular para o namorado e seus familiares onde o homem aparecia arrumando seu carro.

Após um tempo, o carro de Mariana foi visto novamente pelas câmeras deixando o local, mas a suspeita dos policiais é de que nesta hora quem dirigia o veículo era o suspeito.

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