Um homem, cuja identidade não foi revelada, matou cinco pessoas da mesma família, dentre elas uma adolescente e dois idosos, deixou outras duas feridas, e depois tirou a própria vida na manhã desta quinta-feira (5), em São Vicente, região de Santos, no litoral de São Paulo. As mortes ocorreram em dois bairros da cidade.

Segundo informações passadas pela Polícia, a série de crimes começou por volta das 6h10, quando o homem efetuou vários disparos de arma de fogo contra a ex-mulher na rua A, bairro Humaitá.

Ela foi socorrida em estado grave com ferimentos na cabeça e braços e passou por diversos exames.

Posteriormente o acusado pegou uma moto e se dirigiu até o bairro Jóquei Clube, onde na rua Gabriel Passos invadiu a casa da ex-amante pela janela e atirou contra a mulher e sua a mãe, além da sobrinha de 19 anos e da cunhada da mulher. Todos morreram no local.

A última vítima ainda chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de chegar ao hospital. Já o padrasto, um senhor de idade, foi abordado no corredor da casa.

Ele ainda tentou escapar correndo para fora do imóvel, mas foi perseguido pelo homem e também acabou morto a tirsos na rua Carijós.

Uma criança que estava na casa se escondeu debaixo da cama e conseguiu escapar da fúria do atirador. Segundo informação publicada pelo portal R7, um adolescente de 14 anos, que também estava na casa, foi baleado, está hospitalizado e não existem informações sobre seu estado de saúde.

Após cometer os homicídios, o homem voltou de moto para o local onde havia baleado a ex-mulher e ao se ver cercado pela polícia, se matou com um tiro na cabeça. A polícia informou que houve um intervalo de 30 minutos entre o primeiro e o segundo chamado.

Indícios dão conta que o homem era violento

O coronel Rogério Silva Pedro disse ao portal G1 que o homem que provocou as mortes já tinha passagens pela polícia por porte ilegal de armas e por violência doméstica, além de não descartar que a sequência de crimes tenha sido premeditada.

“Ao que tudo indica, ele era violento e premeditou esse crime”, explica o coronel, que afirma ainda que o autor dos disparos carregou a arma várias vezes. Além da arma, ele ainda possuía uma caixa de munições, que contém até 50 projéteis.

Os nomes das vítimas também não foram divulgados e ainda não existe informação sobre que tipo de arma o homem usou bem como quais seriam suas motivações para cometer a série de assassinatos.

Há indícios de que o pivô de toda essa matança pode ter sido justamente essa criança de sete anos, única sobrevivente, uma vez que haveria um teste de paternidade envolvendo ela.

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