A primeira entrevista da deputada federal Flordelis (PSD-RJ) após ter sido acusada de envolvimento na morte do pastor Anderson do Carmo aconteceu.

A deputada é acusada de ser a mandante do crime contra o marido. A entrevista foi ao ar pelo programa “Conexão Repórter”, do SBT, transmitido na noite da última segunda-feira (31), quando a parlamentar falou à imprensa pela primeira vez a respeito do caso, que está sob investigação das autoridades.

Na entrevista, Flordelis acompanhou o repórter Roberto Cabrini e foi com ele ao local onde aconteceu o crime, quando o pastor acabou sendo assassinado.

O local fica na casa da família, em Niterói, no Rio de Janeiro.

No momento em que a entrevista estavam sendo feita, foi reconstituído com detalhes os momentos que antecederam a morte de Anderson, que correu em 16 de junho do ano passado.

De acordo com o que foi relatado pela deputada, ela e seu marido haviam chegado na casa da família na madrugada, por volta das 3h.

Ela relatou ainda que os dois estavam passeando no calçadão de Copacabana e que, logo quando voltaram, os dois acabaram tendo relações íntimas no capô do carro, em uma estrada deserta. A deputada relatou todo o passeio com o pastor no dia de sua morte.

Detalhes de momentos antes do crime

Na conversa, Flordelis contou que os dois haviam passado pelo calçadão, aproveitaram o momento para brincar e andar na praia. Logo após isso, ela relata que foram para o carro e o pastor pegou uma pista deserta.

Contudo, a deputada não soube dizer com exatidão o local em que foram, mas que, caso fosse levada ao local, ela poderia reconhecê-lo. Após isso, Flordelis relata que os dois foram para um local mais deserto, onde não havia bares por perto, mas que contava com alguns carros parados.

No local, ela relata que os dois namoraram e que logo após tiveram relações sexuais.

Após o momento de intimidade, a deputada relatou que ela chegou a falar com o marido que os dois teriam que acordar cedo no dia seguinte e que nesta hora em que ela relembrou a respeito disso já era 2h.

No dia em que o fato aconteceu, Anderson estaria dirigindo um Honda Accord, e não o carro blindado da família. De acordo com os dados da investigação, o carro havia ficado com um dos filhos de Flordelis, por indicação da deputada.

Entretanto, a deputada negou na entrevista e afirmou que seu marido que havia ligado para o filho para pedir que o carro fosse levado para ele. A deputada ainda afirmou que, para as pessoas que conheciam Anderson, era comum que o pastor escolhesse sair com o carro esportivo.

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