A deputada federal Flordelis, do PSD-RJ, falou com o "Conexão Repórter", do SBT, após ter sido indiciada pela morte do próprio marido, o pastor Anderson de Carmo. Na reportagem, que foi ao ar na noite da última segunda-feira (31), a deputada acompanhou do repórter Roberto Cabrini até o local onde aconteceu o crime, a própria casa da família localizada em Niterói, e falou sobre o que teria acontecido antes da morte do marido, que aconteceu em junho de 2019.

De acordo com Flordelis, por volta das 3h, ela e Anderson chegaram na residência. Antes disso, ela conta que eles fizeram um passeio no calçadão de Copacabana, e mais, no caminho de volta, ela afirma que tiveram relações íntimas no capô do carro em uma rua deserta.

Segundo a parlamentar, depois que deixaram Copacabana, Anderson seguiu por uma pista deserta e pararam em um local onde “tinha muitos carros parados”, mas “não tinha bar”.

Depois disso, ela conta que ela e Anderson começaram a namorar o que, segundo a parlamentar, era normal para o casal. Flordelis diz que o pastor a “beijou bastante” e que, neste momento, ela sentou “no capô do carro” e ali tiveram relações íntimas. Segundo a deputada, por volta das 2h ela chegou a questionar o marido, dizendo que no dia seguinte eles iriam acordar cedo.

Anderson não dirigia o carro blindado da família

De acordo com as investigações, Anderson de Carmo não estava dirigindo o carro blindado da família no dia. Ao invés disso, o veículo teria ficado com um dos filhos do casal, segundo a investigação, por sugestão da própria parlamentar.

Contudo, sobre isso, Flordelis afirma ser mais um “absurdo” que estão falando a seu respeito. Segundo a deputada federal, na verdade foi o pastor quem ligou para o filho pedindo para que ele levasse o carro esportivo até eles. Além disso, a pastora ainda ressalta que quem conheceu seu companheiro sabia que o mesmo “adorava sair com o carro esportivo”.

Flordelis diz que moto seguiu o carro do casal

Ainda na entrevista, Flordelis afirmou que quando chegaram a Niterói, mais precisamente na avenida do Canal, ela percebeu que uma moto havia começado a seguir o carro deles, contudo, teriam a perdido de vista quando chegaram no Largo da Batalha. Através das câmeras de segurança, a Polícia não conseguiu identificar o veículo que, supostamente, teria seguido o casal na noite do crime.

Segundo a parlamentar, o veículo “saiu de uma rua transversal”, contudo, ela não sabe especificar se se tratava de dois homens ou de um homem e uma mulher. Neste momento, ela contou que estava “jogando no celular”, mas logo olhou para ver se os motoqueiros estavam armados. Porém, como não viu nenhuma arma de fogo, a deputada conta ter ficado tranquila afirmando que o marido lhe passava “muita segurança”.

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