Uma mulher de 38 anos foi baleada na mão por seu ex-marido após ele descobrir, por meio de exame de DNA, que não é o pai da filha da vítima. O caso aconteceu na noite do último sábado (3), em Santa Rita do Trivelato, cidade que fica a 441 quilômetros de Cuiabá, em Mato Grosso.

De acordo com informações das autoridades, o Policial Militar, que não teve sua identidade revelada, foi detido após se apresentar no quartel da PM em Nova Mutum, cidade a 269 quilômetros da capital.

Ainda segundo informações passadas pela Polícia, o PM havia marcado um encontro com a ex-Mulher alegado que tinha algo muito importante para dizer, mas sem relevar o teor conversa.

O encontro ocorreu em frente ao prédio que a vítima mora, e o suspeito foi munido com o exame de DNA, que comprovava que ele não era o pai da menina, que inclusive ele havia registrado como sendo filha dele.

A mulher estava acompanhada do atual namorado em dado momento iniciou-se uma discussão entre os dois homens. O policial, que de acordo com a vítima estava muito alterado, fez um primeiro disparo em um terreno ao lado e posteriormente tornou a atirar, desta vez acertando a mão da mulher.

A vítima foi socorrida por populares e encaminhada a uma unidade de Pronto Atendimento, onde conversou com policiais. Ela relatou que havia terminado o relacionamento com o PM há cerca de 15 dias.

O 26º Batalhão de Polícia Militar de Nova Mutum emitiu uma nota a qual informou que o policial foi afastado de suas atividades operacionais.

O texto diz ainda que apesar de o caso ter ocorrido em horário de folga do PM, o que não faz se tratar de crime militar, a Corregedoria Geral da PMMT foi informada sobre o caso e a instauração de um procedimento que irá apurar a conduta do policial. O caso foi apresentado na Polícia Civil onde devem ser tomadas as medidas cabíveis.

A menina foi entregue aos cuidados da avó materna.

Drone levava baterias para penitenciária

Treze baterias de telefone celular, além de um carregador solar e 40 gramas de substância análoga à maconha foram apreendidas por policiais na última segunda-feira (5). Os objetivos estavam sendo levados para a Penitenciária Central do Estado por meio de um drone.

Uma equipe que fazia ronda pela laje da penitenciária percebeu a aproximação do drone e conseguiu pegar a “entrega” que ele trazia, porém o aparelho não pode ser interceptado uma vez que ele a linha que trazia o material foi rompida. Os responsáveis pelo drone não foram achados.

O diretor da unidade prisional, Agno Ramos, disse que a retirada das tomadas que ficavam nas celas tem impedido que os presos recarreguem os aparelhos e por conta disso há a tentativa de abastecê-los com baterias carregadas.

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