O auxílio emergencial deve retornar para beneficiar as pessoas que enfrentam dificuldades financeiras devido à pandemia do coronavírus. Depois de muita especulação, o Governo já confirma o pagamento do dinheiro e busca mecanismos para oficializar os recursos dentro do Orçamento, por meio da PEC Emergencial. O próprio presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), que inicialmente chegou a negar a volta do benefício, confirmou em sua live semanal, na quinta-feira (25), que o dinheiro deve ser disponibilizado ainda em março, em quatro parcelas de R$ 250.

Bolsonaro disse que a iniciativa irá fazer "a economia pegar de vez".

Bolsonaro quer que governadores paguem a conta

Na sexta-feira (26), Bolsonaro voltou a criticar governadores. “O auxílio emergencial vem por mais alguns meses e daqui para frente o governador que fechar o seu estado, o governador que destrói emprego, ele é que deve bancar o auxílio emergencial”, disse o presidente.

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) criticou a postura de Bolsonaro frente à pandemia e afirmou que o governo não pode chantagear governadores que adotam medidas restritivas em seus estados. "É justamente quando o país está no auge da pandemia, com 251 mil mortes, colapso hospitalar e falta de vacinas, que os pobres devem receber uma renda mínima do Estado para sobreviver e alimentar suas famílias sem se expor à morte, à doença e ao colapso dos serviços de saúde", disse.

Apesar dessa nova polêmica, a continuação do auxílio está praticamente certa, e o que se discute nos bastidores políticos é o valor. O ministro da Economia, Paulo Guedes, defende um valor entre R$ 200 e R$ 250. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que chegou ao posto apoiado pelo governo federal, quer mais: R$ 300.

Lira não deseja que aconteça a mesma coisa ocorrida ano passado, quando o governo definiu um valor e logo depois a Câmara aumentou para R$ 600.

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