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Segundo informação publicada pela Deutsche Welle, um texto escrito em alemão reivindicou o ataque à embaixada brasileira em Berlim na última sexta-feira (1°). O grupo que cometeu a ação afirma que esse foi um ato de solidariedade "à resistência feminista, transgênero e antifascista no Brasil". Um dos objetivos desse grupo é chamar a atenção para o primeiro mês de governo de Bolsonaro.

O grupo publicou a autoria do vandalismo no portal alemão de.indymedia.org. Esse site é ligado a grupos de extrema esquerda na Alemanha e frequentemente divulgam manifestações e protestos que acontecerão.

Todas as divulgações são feitas de forma anônima. Por diversas vezes, o grupo assume a autoria de depredações e outros tipos de vandalismo no país.

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No texto divulgado no site e que não pode ter sua autenticidade comprovada há vários ataques a Bolsonaro com insultos e críticas ao governo dele.

Embora o grupo não cite o nome, o comunicado anônimo ressalta a violência que foi a campanha de Jair Bolsonaro. Eles dizem que os que mais sofreram por supostos insultos do presidente foram os negros, a comunidade LGBT, ativistas e mulheres. Além disso, acusam os apoiadores do capitão de serem violentos e os responsáveis por diversas agressões.

A saída do deputado jean Wyllys do país também foi mencionado na mensagem como algo não tolerado por eles. A resposta que eles acharam para dar ao Brasil é atacando a embaixada em Berlim. O local teve muitas vidraças quebradas. O valor para se arrumar tudo o que estragaram está em torno de 100 mil euros, segundo informou um jornal local.

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Bolsonaro tem alta adiada

O presidente Jair Bolsonaro continua se recuperando de uma cirurgia na qual foi submetido para a retirada de uma bolsa de colostomia. Por ele ter apresentado febre e acúmulo de líquido na região intestinal, ele não terá alta nos próximos sete dias. Ele deve ficar em repouso, segundo informou o porta-voz da Presidência, general Otávio do Rêgo Barros.

A previsão era que o presidente pudesse volta à Brasília, nesta quarta-feira (06). Internado no Hospital Albert Einstein, ele está tomando antibióticos para se evitar uma infecção.

Vale ressaltar que o presidente foi alvo de um atentado a faca no ano passado, em Juiz de Fora. Ele estava em plena campanha eleitoral. O responsável pelo ataque está preso.

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Os médicos vão continuar observando como ele vai reagir nesses próximos dias. Segundo Otávio do Rêgo Barros, uma nova cirurgia não é descartada. Contudo, isso não está sendo pensado no momento.