Nesta quinta-feira (22), o presidente francês Emmanuel Macron, através do Twitter, convocou uma reunião de emergência entre os países membros do G7 para discutir sobre as queimadas na Amazônia. "Nossa casa está queimando. Literalmente. A floresta amazônica - os pulmões que produzem 20% do oxigênio do planeta - está em chamas", escreveu Macron. "É uma crise internacional. Membros do G7, vamos discutir esta ordem de emergência em 2 dias", completou o presidente.

Quem também se manifestou foi o secretário-geral da ONU, António Guterres, que também usou o Twitter para discorrer sobre o assunto: "Estou profundamente preocupado com os incêndios na Amazônia. Em meio à crise climática, não podemos permitir mais danos a uma importante fonte de oxigênio e biodiversidade. A Amazônia deve ser protegida".

É importante lembrar que, há poucos dias, Alemanha e Noruega suspenderam suas contribuições ao Fundo Amazônia.

Estima-se que a Noruega já havia contribuído com aportes de R$ 3,6 bilhões.

Os efeitos das queimadas foram captados por satélites da NASA, e a fumaça dos incêndios chegaram ao Peru e na cidade de São Paulo. Além do Brasil, parte da Bolívia também vem sendo afetada pelas queimadas.

O problema também tem afetado a população da região. As unidades de saúde encontram dificuldades para atender toda a demanda.

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Natureza

Várias espécies de animais estão sendo dizimadas em meio ao caos

O caso tem tido enorme repercussão internacional. Veículos como Washington Post, New York Times, BBC, Al Jazeera e NBC reportaram sobre o tema. Várias celebridades também se manifestaram pelas redes sociais, incluindo nomes como a cantora Madonna, o ator Leonardo DiCaprio, o cineasta Martin Scorsese, o jogador de futebol Cristiano Ronaldo, o piloto Lewis Hamilton, a modelo brasileira Gisele Bündchen, entre outros.

Bolsonaro acusa ONGs de praticarem incêndios

Na última quarta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro acusou, sem qualquer tipo de prova, ONGs de estarem por trás dos incêndios de maneira deliberada e criminosa, insinuando que os crimes teriam ocorrido por conta da suspensão de verbas destinadas às organizações. "O crime existe e temos de fazer o possível para que não aumente. Tiramos 40% de dinheiro que ia para ONGs.

Então pode, não estou afirmando, ter ação criminosa desses ongueiros para chamar atenção contra minha pessoa e meu governo", disse Bolsonaro.

Não é a primeira vez que o presidente acusa sem provas. Recentemente, Bolsonaro afirmou que os médicos cubanos seriam "guerrilha do PT". “O PT botou no Brasil cerca de 10 mil fantasiados de médicos aqui dentro, em locais pobres para fazer células de guerrilhas e doutrinação.

Tanto é que quando eu cheguei eles foram embora porque eu ia pegá-los”, disse.

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