Na estreia do novo formato do "Programa Pânico", o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, foi o convidado especial e esclareceu seu posicionamento sobre uma possível candidatura à presidência.

Apoio a reeleição em 2022

A fala ocorreu no programa "Pânico" que estreou 2020 com novo estúdio, plateia e entrevista com o Ministro Sérgio Moro nesta segunda feira (27).

Perguntado sobre sua possível candidatura a presidência nas próximas eleições, o ministro negou. Disse não ser filiado a partido e que também não tinha a perspectiva de ir para a política partidária ou concorrer as eleições, pois não fazia parte de seu perfil.

Afirmou que apoiará o Presidente à reeleição. "Em 2022 o presidente já apontou que pretende reeleição, sendo uma visão dele, e claro eu sou o ministro do governo, eu vou apoiar o presidente Jair Bolsonaro", disse Moro.

O ministro reforçou o que havia dito em entrevista ao programa "Roda Viva" no dia 21 de janeiro, onde deixou claro que todos os ministros apoiarão a reeleição do presidente.

Tudo começou quando grande parte da imprensa acreditou que Moro deixaria o governo e que possivelmente concorreria as eleições presidenciais de 2022.

Ao contrário do que vinha sendo veiculado, o ministro segue na equipe de Bolsonaro.

História do ministro Sérgio Moro

O atual Ministro da Justiça, Sérgio Fernando Moro, nasceu em Maringá no ano de 1972, é casado e tem 2 filhos.

Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Maringá, mestre e doutor pela Universidade Federal do Paraná, é especialista no combate a crimes financeiros, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Sérgio Moro se tornou juiz federal em 1996, um ano após concluir a sua graduação, e em 98 estudou em Harvard.

Autor de livros na área jurídica, foi professor de duas universidades no Paraná e tem no currículo 22 anos de magistratura.

Atuou no caso Banestado (entre 2003 e 2007) e no escândalo do mensalão, assessorando como juiz instrutor do Supremo, a convite da juíza Rosa Weber.

Ganhou notoriedade estando a frente da maior operação contra a corrupção da história do Brasil, a Operação Lava Jato, ajudando a revelar grandes esquemas de corrupção.

Em uma de suas sentenças condenou a prisão do ex presidente Lula por diversos crimes, recebendo da opinião pública o título de 'herói nacional'.

Em 2016, Sérgio Moro foi eleito "uma das cem personalidades mais influentes do mundo", pela revista americana Time, e em 2018 recebeu o título de Doctor honoris causa pela University of Notre Dame du Lac, South Bend, Indiana.

Considerado símbolo nacional na luta contra a corrupção, Moro aceitou o convite feito pelo Presidente Bolsonaro, em 2018, para assumir o Ministério da Justiça e da Segurança Pública.

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