O Ministro da Saúde permitiu a liberação de cloroquina e hidroxicloroquina a pacientes diagnosticados com novo coronavírus, porém, ainda é aguardado resultados de testes clínicos para que a liberação seja oficial.

Contudo, Mandetta disse que os médicos podem passar informações a respeito da medicação ao paciente e se responsabilizarem pelo seu uso. Tais medicações têm sido objeto de estudo e análise clínica em países de todo mundo, e tem apresentado resultados positivos, mas a liberação ainda não está totalmente confirmada.

Durante coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira (7), o Ministro da Saúde especificou informações a respeito do uso desses medicamentos que podem ter resultados eficazes de combate à covid-19 no Brasil, embora ainda esteja em análise, pois a medicação passa por estudos, e ensaios já foram realizados em pacientes em quadro leve, moderado e grave.

O esperado é que novos resultados sejam apresentados até dia 20 de abril, assim a liberação das medicações poderá ser oficial.

Casos de indicação da cloroquina

Segundo Mandetta, a liberação de cloroquina e hidroxicloroquina é prevista para casos muito graves, como pacientes em CTIs e casos moderados.

Para pacientes que se encontram em quadro leve, a medicação ainda não deve ser prescrita, mas se o médico achar que o paciente necessite, pode se responsabilizar e prescrever a medicação. Desde que oriente o enfermo dos riscos, tomando total responsabilidade, a receita não será de forma alguma retida.

Ainda de acordo com o Ministro da Saúde, ainda é preciso que novos resultados sejam apresentados a respeito das medicações, para que assim seja recomenda pelo Ministério da Saúde.

Há a necessidade de se ter certeza que será realmente eficaz ou que pode ter sérios danos colaterais. Segundo Mandetta, não é questão de gostar mais de uma medicação, e sim de ter certeza de que algo realmente positivo esteja sendo usado.

Conclui-se, portanto, que Mandetta liberou o uso de cloroquina e hidroxicloroquina em pacientes em estados extremamente graves e moderados com o novo coronavírus e em pacientes com o quadro leve pode até ser usado, porém, será de responsabilidade do médico que está prescrevendo.

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