O Brasil tem travado uma guerra série e perigosa contra o novo coronavírus, mas o que está se tornando sério também é a batalha pessoal entre Mandetta e Bolsonaro, pois se mostram duas ideias de combate à doença. Enquanto um está preocupado com a saúde do povo o outro se preocupa com a crise econômica.

Bolsonaro fez pedido a Mandetta

Em um dos confrontos, Bolsonaro disse a Mandetta para observar a situação da Venezuela, pois se caso ele continuar estendendo este isolamento, certamente o povo brasileiro passará fome. "Você vai salvar o pessoal da gripe, mas vai matar o pessoal de fome. Olhe para o que acontece na Venezuela”, disse Bolsonaro.

O presidente não apoia a continuidade do isolamento social, pois acredita que covid-19 não é tão preocupante, e que o risco maior é a crise econômica.

Possível demissão de Mandetta

O presidente chegou a colocar em pauta a demissão do ministro da saúde a empresários e governadores, e também chegou a dizer que o poder havia subido à cabeça de alguns de seu Governo, prevendo que a demissão seria mais que necessária, alegando até que não tinha nenhum medo de "usar a sua caneta", e que, se fosse pelo bem do Brasil, certamente ele a usaria com rigor.

Em relação a isso, parece que o embate entre Bolsonaro e Mandetta já existia antes mesmo do problema com a covid-19, até porque já existia algumas acusações contra o Ministro, que também já vinha afrontando o presidente há algum tempo.

Contudo, devido à pressão que o presidente sofreu pelas redes sociais, empresários e lideranças políticas, ele não pode usar sua caneta e demitir o ministro, pois temia perder ainda mais apoiadores de seu governo.

Portanto, os dois tiveram uma conversa, propondo paz entre eles para que possam trabalhar e executar suas tarefas tranquilamente, mas o presidente está muito insatisfeito com a popularidade de Mandetta e agradou menos ainda de suas declarações.

Por fim, é evidente a insatisfação do presidente com as atitudes tomadas pelo Ministro da Saúde para enfrentar a disseminação do novo coronavírus.

Bolsonaro continua com a ideia de que o vírus não deve ser temido, além de que o povo precisa trabalhar para não passar e fome e também não provocar uma crise econômica em todo país.

Tais ideias vão de encontro às de Mandetta, que está preocupado com a saúde da população e que, para não haver um colapso na saúde pública, apoia a continuidade com o isolamento, visto que o índice de contaminados com a doença têm aumentado cada dia mais em todo o território brasileiro, além de muitas vítimas fatais com o vírus.

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