Na manhã de segunda-feira (26), durante bate-papo com apoiadores e simpatizantes no Palácio da Alvorada, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), teceu críticas ao que chamou de "judicialização da vacina", após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, dizer que a Justiça poderá decidir sobre questões relacionadas à compra e à obrigatoriedade do imunizante contra a Covid-19.

Bolsonaro desautoriza Ministro da Saúde

Tudo começou quando Bolsonaro tomou conhecimento na última terça-feira (20) das declarações feitas por seu atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que afirmou que o Governo federal investiria na compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.

Logo no dia seguinte, o presidente falou que o governo federal não faria a compra de tal imunizante.

O presidente ressaltou que iria conversar com Pazuello para compreender suas expectativas com relação à vacina, no entanto, demonstrou certa preocupação com relação à interferência da Justiça, alegando que a discussão é de competência da Saúde. "Não pode um juiz decidir se você vai ou não tomar vacina, não existe isso daí", disse o presidente.

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