Filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) realizou uma viagem para Israel em uma comitiva brasileira. Na noite de quarta-feira (10), ele publicou um vídeo em seu perfil no Instagram reclamando sobre os questionamentos quanto ao uso da máscara de proteção facial contra o novo coronavírus.

"Eu acho uma pena, essa imprensa mequetrefe que a gente tem aqui no Brasil fique dando conta de cobrir apenas a máscara. 'Ah a máscara, está sem máscara, está com máscara'. Enfia no rabo gente, porra! A gente está lá trabalhando, ralando", disse Eduardo na gravação.

A viagem a Israel

O grupo que participou da viagem a Israel foi liderado pelo chanceler Ernesto Araújo. Dez integrantes do Governo brasileiro participaram da comitiva, no entanto, nenhuma das pessoas usou a máscara de proteção contra o coronavírus antes da saída do Brasil. O equipamento foi utilizado pelo grupo apenas no desembarque em Israel.

Internautas criticaram o fato de o uso do equipamento de proteção ter sido dispensado na base aérea em Brasília. Os internautas tiveram acesso às imagens através das redes sociais e de postagens realizadas pelos próprios integrantes da comitiva brasileira.

Israel

A comitiva se dirigiu ao país do Oriente Médio na intenção de discutir assuntos relacionados à pandemia do novo coronavírus, entre eles, um spray em fase inicial de testes no país.

Apesar do uso máscara de proteção ter sido "liberado" na base aérea brasileira, o uso no desembarque em Israel foi obrigatório. Outra exigência do governo israelense para receber os brasileiros foi que o grupo realizasse testes de Covid-19 para garantir que nenhum deles estivesse contaminado.

As medidas realizadas para o recebimento da comitiva no país tiveram como argumento a grande quantidade de casos positivos de Covid-19 no Brasil.

Atualmente, o Brasil encontra-se em uma situação bastante delicada, com uma alta de 11% das mortes, enquanto o restante do mundo registra queda de 6%.

Uso das máscaras

Apesar de causar contradições entre a população brasileira, desde o início da pandemia do novo coronavírus, em março de 2020, o uso da máscara de proteção foi indicado em países como China, Coreia do Sul e Cingapura.

Levando em consideração que a transmissão da Covid-19 nesses países foi menos intensa que nos Estados Unidos, Espanha e Itália, onde o uso da máscara não foi implantado com a mesma intensidade, o recurso de segurança passou a ser recomendado também pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

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