Terrorismo é o termo usado para designar o uso de violência, seja ela física ou psicológica, em um grupo de vítimas, mas com objetivo de afetar toda uma população e espalhar os sentimentos de pavor, medo e terror. O principal objetivo desses atos é enfraquecer ou acabar com governos.

Surgimento

 

Segundos estudiosos, práticas terroristas tiveram início no século I d.C., mas o termo foi usado pela primeira vez na França, em 1798. A palavra foi usada se referindo ao estado da França pós-revolucionária.

Tipos de terrorismo

 

No século XX, houve o crescimento de grupos terroristas, e eles passaram a ter mais poder e alcance. No início do século XXI, após o ataque terrorista aos Estados Unidos, a prática passou a ser classificada em quatro formas distintas.

Nacionalista: é o tipo que deseja separação territorial, ou seja, um Estado-nação dentro de um outro Estado. Um grupo famoso é o separatista Eta, da Espanha.

Revolucionário: tem origem no século XX e quem o pratica ganha o nome de guerrilheiro urbano marxista. Exemplos do grupo são os leninistas e maoístas.

De Estado: tipo de terrorismo praticado contra a própria população, como o fascismo, nazismo e a ditadura militar do Brasil, ou contra o povo estrangeiro dentro de um país (xenofobismo).

De organizações criminosas: são os mais presentes na mídia atualmente. Seus atos tem objetivos religiosos ou econômicos, e tem um dos grupos mais famosos é a Al Qaeda.

Principais grupos islâmicos terroristas em atuação hoje em dia

 

Nos últimos anos, os grupos islâmicos terroristas ganham com frequência as manchetes dos jornais de todo o mundo. O Boko Haram atua especificamente no Norte da Nigéria, enquanto o Estado Islâmico, no Leste da Turquia e Norte do Iraque. Já a Al Qaeda, que se disse responsável pelo recente atentado ao jornal francês Charlie Hebo, nasceu em países ditatoriais como Afeganistão, Somália e Iêmen.

Apesar de terem em comum o fato de serem contra a ocidentalização de seus países e da globalização, cada um deles é independente e não-relacionados. Por exemplo, o Estado Islâmico tem se tornado assunto frequente por divulgar vídeos de reféns sendo decapitados, e o grupo tem como objetivo criar um enorme califado mundial. Já o Boko Haram tem como objetivo impor um código de leis baseadas no Corão.