A experiência da realidade virtual, isto é, o uso do computador ou de outro equipamento com acesso à #Internet mascara uma tendência crescente de intolerância generalizada. Por essa razão, é que se criou um aplicativo chamado “Monitor de Direitos Humanos” a ser lançado ainda no ano de 2015.

Essa ferramenta funcionará por meio de filtros, rastreando o conteúdo das mensagens que mencionem ou incitem o ódio e a discriminação. E, então, identificará os respectivos usuários, conhecidos com “haters” (diferente de “hacker”).

Os “haters” podem alastrar seus pensamentos por meio de racismo, homofobia e intolerância religiosa. O registro mais recente foi a formação de grupos virtuais que estimulavam o uso da violência contra menores negros que moram no Rio de Janeiro, com a suposição de que eles (os menores) poderiam fazer arrastões nas praias.

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Estar do outro lado, ou seja, ficar atrás de uma tela e conectado à Internet, facilita a proteção e dificulta, de uma certa maneira, quem promove esse tipo de comportamento na sociedade. Fica bem à vontade, com ampla liberdade; porém, se deduz que essa liberdade irrestrita e desfrutada leve a um grau ofensivo e que coíba a liberdade do outro.

É neste caso em que se configura #Crime, seja por meio de escrita ou por meio de imagem, por se tratar de discriminação ou violência contra a pessoa. O crime de injúria racial é o mais investigado pela Polícia Federal dentro do âmbito de crimes cibernéticos e a punição varia de 1 a 3 anos de prisão, de acordo com o Código Penal.

A Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos recebe, em média, 2500 denúncias por dia e, em acréscimo a essa cruzada, a Secretaria de Direitos Humanos, em parceria com a Universidade do Espírito Santo, lançará o aplicativo chamado “Monitor de Direitos Humanos”, onde se espera o envolvimento do usuário para que tome a decisão de denunciar aqueles que praticam a violação de direitos humanos.

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O intuito é que os dados, coletados por meio do aplicativo, possam colaborar na construção de políticas públicas que envolvam o tema e protejam as vítimas. #Blasting News Brasil