O segundo dia de depoimentos foi marcado pelas falas da mãe de Daniel Corrêa e de sua tia. Regina Correa, a tia, contou os momentos de terror que viveu depois que a família soube da morte do jovem atleta. Entretanto, em determinado momento, um dos maiores traumas para a família foi saber em qual estado estava o corpo do rapaz.

Conforme relatos da Polícia, na época do crime, Daniel foi morto por Juninho Riqueza depois de, supostamente, ter dado em cima de sua mulher. Isto nunca foi comprovado. Os detalhes sobre o barbárie também foram revelados na época do crime. Juninho teria espancado o jogador, colocado-o no porta-malas de seu carro e antes de ter o corpo abandonado, teve a garganta cortada, a cabeça quase toda extraída do corpo e por fim, o membro masculino do rapaz foi completamente retirado e jogado fora.

A perícia encontrou o pênis do rapaz no local do crime.

Esta é a parte mais cruel do relato. A tia revelou que recebeu uma caixa do IML e que a surpresa da família foi tamanha, após abrir o recipiente. Dona Regina também contou que só conseguiu enterrar o sobrinho muitos dias depois do crime bárbaro.

Tia de Daniel Corrêa conta que recebeu pênis do jogador em uma caixa do IML

O Instituto Médico Legal encaminhou a caixa à funerária em Minas. A funerária, por sua vez, a encaminhou para a família. Dentro da caixa estava o órgão masculino do jogador. Isto aconteceu cerca de um mês após o crime. A senhora conta que a família queria fazer o enterro completo e com todas as partes.

A tia ainda revela que foi o pior dia de sua vida, o dia que recebeu o pênis do sobrinho cortado.

A parente contou ainda que ouviu em relatos, que o corpo do sobrinho havia sido muito machucado. Quando seu marido fez contato com o IML e o corpo foi reconhecido é que a família teve noção da barbárie que foi a morte de Daniel .

Regina Correa, ainda revelou uma conversa que teve com Allana momentos depois da morte de seu sobrinho. Pelo conteúdo do diálogo, a tia chegou a imaginar que a jovem estava sofrendo como a família Corrêa.

Depois foi revelada a possível participação da jovem no crime.

Durante a audiência, Regina disse que, na noite anterior ao crime, Daniel ligou para a família e disse que iria para Curitiba, para a festa da amiga.

A mãe de Daniel, Eliane, também foi ouvida por cerca de 50 minutos e lembrou a frieza da família Brittes, que tentou consolá-la antes de toda a verdade ser revelada.

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