Na última sexta-feira, 29 de março, uma jovem foi assassinada nos Estados Unidos após entrar em um veículo desconhecido. Embora a situação pareça absurda, Samanha Josephson, uma estudante de 21 anos, residente da Carolina do Sul, entrou no carro por acreditar se tratar de um Uber que ela havia pedido.

As investigações do crime apontam como suspeito Nathaniel David Rowland, de 24 anos, que está sendo indicado pela polícia local por homicídio e sequestro. As motivações de Nathaniel David Rowland para o crime, entretanto, permanecem desconhecidas mesmo após a ocasião da sua prisão.

Pertences conectam o suspeito com a vítima

Samantha Josephson foi reportada como desaparecida por um grupo de amigas que, supostamente, a viram entrar no veículo. O alerta foi dado à Polícia na sexta-feira, e o seu corpo foi encontrado algumas horas depois, em uma região rural da cidade na qual o crime aconteceu.

Até o presente momento, a polícia ainda acredita que Samantha Josephson entrou no veículo por acreditar que se tratava de um Uber, chamado por ela mesma. Outras teorias que contradigam essa versão ainda não foram apresentadas.

O nome de Nathaniel David Rowland surgiu entre os suspeitos do crime devido à descrição do carro que levou Samantha Josephson, fornecida à polícia local pelas amigas da vítima. Uma vez identificado o veículo, houve uma breve perseguição ao suspeito, até que a polícia conseguisse prendê-lo.

Após a prisão, os policiais revistaram o carro de Nathaniel e encontraram diversas provas de que Samantha Josephson havia sido morta ali. Entre as evidências encontradas no veículo, estão o telefone celular da vítima, bem como vestígios de seu sangue e produtos de limpeza, que foram utilizados por Rowland para apagar os vestígios de que a moça esteve ali.

No Brasil, em fevereiro de 2017, uma mulher foi sequestrada na cidade de São Paulo após entrar em um veículo Uber – pertencente a categoria Uber X. Três homens estavam escondidos no veículo quando a vítima entrou e roubaram cerca de R$ 3400, além de torturar e ameaçar a mulher durante as horas que a corrida durou. A participação do motorista do Uber no sequêstro, entretanto, na ocasião em que ocorreu, não pode ser definida.

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