Em meio à pandemia do novo coronavírus, algumas pessoas de áreas da Zona Oeste e Região Metropolitana do Rio dizem que são obrigadas a trabalhar nesse período para pagar taxa da milícia. Essa taxa é cobrada para que as lojas possam permanecer no local. Pelo fato das lojas não estarem abrindo nessa quarentena, os milicianos não estão conseguindo cobrar a taxa dos comerciantes. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (17) pelo "RJ1", da Rede Globo.

"Os milicianos daqui, cara, ficam oprimindo a gente, entendeu? Mandando ficar com o bar aberto, que nós 'tem' que ficar pra fazer dinheiro pra pagar eles, pra eles 'poder' pagar os caras da cobertura da PM", disse um morador, que não teve a identidade revelada.

As cobranças chegaram através de cartas. Muitas pessoas estão sendo ameaçadas pelo fato de não conseguirem pagar o valor cobrado pelos milicianos. Muitas reclamações estão sendo realizadas pelas redes sociais.

Rio de Janeiro e problemas com vírus

Além dos demais estados do Brasil, o Rio de Janeiro também está enfrentando problemas em decorrência da proliferação do novo coronavírus. Recentemente, alguns comerciantes realizaram uma carreata pelas ruas da cidade com intuito de cobrar a reabertura de parte do comércio, tendo em vista que esse período de paralisação das atividades profissionais está causando problemas financeiros.

Além disso, problemas referentes às vítimas com o contágio do vírus também estão sendo um fator prejudicial no estado do Rio de Janeiro.

Pelo fato da grande quantidade de infectados pelo coronavírus, muitas unidades hospitalares estão com superlotação, onde muitas pessoas com o vírus não estão tendo um suporte necessário para combater o vírus.

Referente a esses problemas da falta de atendimento, um hospital improvisado está sendo montado no estádio do Maracanã. De acordo com algumas informações, o intuito é aumentar o número de atendimentos para as pessoas infectadas com o vírus.

As obras estão ocorrendo desde o início do mês de abril, mas não tem informações de quando ficará pronto.

Prevenção

Em razão do grande número de mortes pelo novo coronavírus, muitas campanhas de conscientização estão sendo realizadas nas redes sociais por agentes da saúde pública. O intuito é alertar a população sobre os riscos do vírus e também as formas de prevenção, tendo em vista que ainda não foi elaborado um medicamento ou até mesmo uma vacina para coibir o contágio do vírus.

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