O traficante Paulo Rogério de Souza Paz, que era conhecido no mundo do tráfico como Mica, foi encontrado morto no Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Ex-comandante de comunidades do estado do Rio de Janeiro, o traficante foi preso no ano de 2012, de acordo com informações cedidas pelo jornal Extra.

Segundo as informações, um agente penitenciário havia ido até a cela do apenado para entregar um lanche da manhã, quando encontrou o mesmo morto na cela. A suspeita é de o aprisionado tenha atentado contra a própria vida com utensílios de cama, mas o caso ainda não foi confirmado. O corpo do traficante foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) para que especialistas atestem a real causa da morte do detento.

Ainda de acordo com o Extra, o ex-jogador Adriano Imperador havia presenteado o traficante do Rio de Janeiro com uma moto.

Penitenciária

Nesse momento de proliferação da covid-19, muitos detentos que estão no grupo de risco, que seriam aqueles com a idade superior a 60 anos ou aqueles que possuem doença venérea, tendo como exemplo: aids e tuberculose, estão sendo beneficiados com a saída temporária pela Justiça brasileira. O intuito da soltura de alguns internos seria a vulnerabilidade mediante o ambiente úmido e a falta de higienização nas celas brasileiras.

Apesar de ser uma norma que também foi aprovada pelo Ministério da Saúde, pelas redes sociais, muitas pessoas se posicionaram contra a atitude da Justiça, tendo em vista que muitos apenas de alta periculosidade estão ganhando o benefício.

O parlamentar Eduardo Cunha e o médium João Deus acabaram sendo beneficiais, já que ambos estão no grupo de risco.

Com a soltura de alguns parlamentares, o atual ministro da Justiça, Sergio Moro, opinou sobre o caso, informando que as penitenciárias brasileiras não podem simplesmente "abrir as portas". Ele questionou o posicionamento de alguns juízes que concederam a liberdade para aprisionados de alta periculosidade.

Apesar de tamanha repercussão do caso, muitos detentos continuam sendo soltos.

Até o momento, não tem informações de quantas pessoas foram beneficiados com a prisão domiciliar. De acordo com informações, esse benefício irá durar até o final da pandemia do novo coronavírus.

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