Segundo informações do site Notícias da TV, o jovem Kaíque Batista, de 26 anos, provou diante da Justiça que não cometeu crime de racismo contra a apresentadora Maju Coutinho. Agora, Batista entrou com recursos pedindo para ser indenizado por danos morais e exigir que a Rede Globo transmita que ele não cometeu o crime de racismo.

Ainda segundo o site, o rapaz tem pressa para que o pedido de resposta seja atendido e que seja dado o espaço para se explicar perante a sociedade sobre o ocorrido. O primeiro pedido foi negado, mas um novo pedido foi feito no último dia 3 de dezembro, na 11ª Vara Cível de São Paulo.

Batista exige que a Globo transmita uma matéria na íntegra sobre o resultado final do processo, que mostre com clareza que ele foi inocentado de forma definitiva pela Justiça quanto às acusações de racismo contra Maju.

A defesa de Kaíque Batista diz que ele está com a vida comprometida e que não consegue arrumar emprego depois que teve seu nome listado nas investigações de racismo e também sendo incluído como membro do grupo de pessoas que estão sendo investigadas pelo crime.

A ação sobre o pedido de resposta e danos morais foi feita na esfera criminal, onde ocorreram as investigações sobre o crime racial, mas a Justiça disse que o processo sobre o pedido de resposta e danos morais deve ser tratado na vara cível.

A defesa de Kaique alegou que se a Rede Globo acompanhou e transmitiu as ações da Justiça contra o jovem, mostrou ele como um criminoso para sociedade, a emissora também tem que ceder o direito de resposta, pois a Globo tem total responsabilidade no que edita e transmite.

A defesa finalizou dizendo que Kaíque Batista hoje, com depressão, tem todo direito de resposta.

William Bonner e Renata Vasconcellos enfrentam processo na Justiça

William Bonner e Renata Vasconcellos, âncoras do “Jornal Nacional”, vão responder por suposta desobediência judicial. A defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) entrou com um processo contra os apresentadores na Justiça do Rio de Janeiro.

A defesa alega que entrou com uma ordem proibindo a Globo de noticiar trechos sobre as investigações no caso envolvendo o senador e funcionários de seu gabinete. O Ministério Público Federal do Rio acusou Flávio Bolsonaro de estar envolvido em um esquema de devolução de parte dos salários que estavam sendo pagos a seus assessores, entre eles está o nome de Fabrício Queiroz.

No entanto, o senador nega as acusações e disse que já havia se explicado na Justiça sobre o assunto. Ele entrou com um pedido de proibição sobre divulgações do caso por meio da grande mídia, alegando que parte da mídia estava criando mentiras a seu respeito para degradar sua imagem e a do seu pai, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

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