Um pai está sendo acusado de ter cortado o couro cabeludo de seu filho, de apenas 10 anos de idade. A atitude tomada pelo homem foi posteriormente justificada por ele, e de acordo com o que foi relatado, ele fez o ato em questão pelo fato de que considerava o corte de cabelo que o menino usava no momento como sendo de "homossexual". O delegado do caso, Thiago César, está investigando o caso e declarou que o homem havia chegado embriago em casa.

O caso foi registrado em Planaltina de Goiás

O caso aconteceu na cidade de Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.

O homem, ao chegar em sua residência bêbado, além de ter agredido o filho, também proferiu ameaças à esposa. O delegado declarou que no momento em que chegou em casa, o suspeito estava embriagado e não gostou do corte do cabelo do menino, por achar que seria de "homossexual". Diante disso, resolveu cortá-lo.

Para cortar o cabelo do menino, o homem usou uma faca, machucando o couro cabeludo do jovem. De acordo com as apurações feitas pelo delegado responsável pelo caso, a atitude do homem foi também uma forma de punição contra o garoto. O caso aconteceu na última terça-feira (9), e o delegado destacou que o homem foi preso em seguida pela Polícia Militar.

A prisão do suspeito ocorreu após homem xingar e tentar agredir os policiais que atenderam a ocorrência.

Devido a essa atitude, ele foi preso por desacato e resistência à prisão.

O nome do suspeito não foi divulgado. Thiago César, no entanto, afirmou que o homem estava preso até esta última quinta-feira (11), devido ao fato de que o delegado plantonista realizou a representação pela prisão preventiva. O delegado também explicou que o pai da criança poderá ser indiciado por tortura e lesão corporal gravíssima.

Isso irá depender dos laudos que serão feitos pelo Instituto Médico Legal.

O delegado relatou que no dia da agressão a criança foi socorrida a um hospital da cidade devido aos ferimentos causados. Ela precisou passar por uma cirurgia de reparação na cabeça devido aos ferimentos que foram feitos pelo pai. O menino, ao que se sabe até o momento, passa bem após receber o cuidado dos médicos no hospital.

A respeito das ameaças feitas à esposa, o delegado conta que ela não detalhou como foram feitas e que foi orientada posteriormente a buscar por ajuda na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher.

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