Deputados aprovaram projeto que prevê a liberação de um orçamento de quase R$ 2 bilhões (R$ 1.994.960.005,00) para compra de vacinas contra o coronavírus. O medicamento está sendo desenvolvido em conjunto pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, e a farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca.

A Fiocruz é quem está intermediando a negociação do medicamento com a farmacêutica e o acordo prevê o recebimento pelo Brasil de 100,4 milhões de doses da vacina.

Está previsto que o Brasil receberá cerca de 15 milhões de vacinas entre os meses de janeiro e fevereiro. O restante do lote está previsto para chegar durante o primeiro semestre de 2021.

Quanto à formulação, rotulagem, embalagem e controle de qualidade, ficarão por conta da Fiocruz. Devido a isso, a Fiocruz irá produzir cerca de 160 milhões de vacinas até o segundo semestre de 2021.

A MP para viabilizar a abertura deste crédito foi publicada Diário Oficial da União em agosto, mas precisa da aprovação no Congresso para se tornar oficial. A MP segue agora para o Senado.

Segundo o Governo, cerca de R$ 1,3 bilhão será para pagar a AstraZeneca, R$ 95,6 milhões serão gastos para produzir a vacina pela Fiocruz. Outros R$ 522,1 milhões serão usados para as despesas que serão feitas para concluir a vacina, que será realizada por Bio-Manguinhos, unidade produtora de imunobiológicos da Fiocruz.

Governo pretende liberar medicamento sem custos à população

Como foi uma MP, parte do dinheiro que está previsto para ser destinado à aquisição das vacinas já foi reservado e aguarda a aprovação final para ser concluída a compra. O medicamento também precisa ser finalizado e aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser distribuído e aplicada.

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